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Correio da Manhã

Desporto
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André André deixa Benfica mais longe

FC Porto vence Benfica (1-0). Leia toda a análise ao jogo.
Igor Gonçalves e Mário Figueiredo 21 de Setembro de 2015 às 02:12
André André FOTO: Manuel Araújo

Um golo de André André deu este domingo ao FC Porto uma vitória em casa sobre o Benfica, por 1-0, no primeiro grande 'clássico' da I Liga portuguesa de futebol, à passagem da quinta jornada.

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Análise dos jogadores do FC Porto

André André – É da casa e sente estes jogos como poucos. Tentou duas vezes oferecer a Aboubakar e decidiu o jogo após grande lance.

Casillas – Duas grandes defesas no primeiro quarto de hora em dois lances de bola parada. Jogo tranquilo fora isso.

Maxi – Previa-se um jogo quente e um duelo complicado com Gaitán. Mostrou a raça do costume e conseguiu diminuir a influência do argentino.

Maicon – Estranhamente, o capitão foi um dos mais nervosos. Falhou muitos passes e arriscou a expulsão no último lance da primeira parte.

Marcano – Jogo certinho. Apagou todos os fogos e foi o patrão da defesa.

Layún – Regular. Peca por não ter qualidade no pé esquerdo.

Rúben Neves – Sempre muito atento a Jonas. Mostrou a qualidade do costume no passe, mas foi perdendo gás.

Imbula – Alternou o bom com o mau. Forte nas jogadas individuais, mal nas decisões.

Brahimi – Desinspirado. Ainda assim iniciou a jogada que deu o único golo da partida.

Corona – Começou no meio e não conseguiu aparecer. Mudou para a direita, mas continuou apagado.

Aboubakar – Mostrou que está num grande momento. Aos 48’ cabeceou ao poste e aos 59’ voltou a estar perto de marcar.

Varela – Magnífica a assistência para o golo.

Danilo – Deu força.

Osvaldo – Envolvido no 1-0.

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Análise dos jogadores do Benfica

Gaitán – Os lances de maior perigo saíram dos seus pés, em pontapés de canto. Não facilitou no duelo com o ‘amigo’ Maxi Pereira. 

Júlio César – Nega um golo a Aboubakar (59’) com uma grande defesa. Isento de culpas no golo de André André.

Nélson Semedo – Não se intimidou com Brahimi e ganhou quase sempre esse duelo. Mal a sair com a bola nos pés.

Luisão – Seguro a defender, destacou-se no ataque com um cabeceamento perigoso que ainda tocou em Mitroglou, mas que Casillas defendeu.

Jardel – Batalhador. Deixou-se antecipar por Aboubakar (59’). Valeu Júlio César.

Eliseu – Muito trabalhador. Sofreu para travar Corona.

André Almeida – Foi a surpresa no onze. Cumpriu, mas não criou desequilíbrios.

Samaris – Deu músculo ao meio-campo, mas faltou imaginação para organizar jogo.

Gonçalo Guedes – Um diamante puro. Atacou, defendeu e acabou por sair exausto.

Jonas – Destacou-se mais nos lances extrafutebol e protestos do que no jogo.

Mitroglou – Faltou-lhe apoio de Jonas. Dois cabeceamentos perigosos (8’ e 11’).

Talisca – Entrou tarde.

Pizzi – Não travou o ímpeto portista.

Raúl Jiménez – Sem tempo.

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Análise ao jogo

Positivo
Nos últimos 15 minutos, o FC Porto pressionou forte o Benfica e marcou pelo incansável André André.

Negativo
Até aos 75 minutos, o Benfica teve o jogo controlado. Depois, no entanto, a equipa recuou demasiado e pagou uma fatura pesada.

Arbitragem
Soares Dias quis deixar jogar e esqueceu-se de alguns cartões. Maxi devia ter visto o 2.º amarelo por uma entrada dura sobre Jonas.
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