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Correio da Manhã

Desporto
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Brasil desinspirado empata com o Panamá no Dragão

Canarinhos empataram 1-1 no estádio do FC Porto, repleto de brasileiros.
Lusa 23 de Março de 2019 às 20:00
Brasil e Panamá empatam partida no Estádio do Dragão
Brasil e Panamá empatam partida no Estádio do Dragão
Brasil e Panamá empatam partida no Estádio do Dragão
Brasil e Panamá empatam partida no Estádio do Dragão
Brasil e Panamá empatam partida no Estádio do Dragão
Brasil e Panamá empatam partida no Estádio do Dragão
Brasil e Panamá empatam partida no Estádio do Dragão
Brasil e Panamá empatam partida no Estádio do Dragão
Brasil e Panamá empatam partida no Estádio do Dragão
Brasil e Panamá empatam partida no Estádio do Dragão
Brasil e Panamá empatam partida no Estádio do Dragão
Brasil e Panamá empatam partida no Estádio do Dragão
Brasil e Panamá empatam partida no Estádio do Dragão
Brasil e Panamá empatam partida no Estádio do Dragão
Brasil e Panamá empatam partida no Estádio do Dragão
Brasil e Panamá empatam partida no Estádio do Dragão
Brasil e Panamá empatam partida no Estádio do Dragão
Brasil e Panamá empatam partida no Estádio do Dragão
A seleção brasileira de futebol empatou este sábado surpreendentemente com a sua congénere do Panamá, 1-1, na estreia do portista Alex Telles pela 'canarinha', em jogo de preparação para a Copa América, disputado no Dragão, no Porto.

Lucas Paquetá adiantou o Brasil, aos 32 minutos, confirmando a melhor entrada da equipa no jogo, mas o Panamá logrou chegar ao empate pouco depois, aos 36, por Adolfo Machado, na sequência de uma bola parada, de pouco valendo aos brasileiros uma segunda parte um pouco mais conseguida, com duas bolas nos 'ferros'.

O Brasil, organizador da 46.ª edição da Copa América em junho, iniciou no Porto o primeiro de dois particulares na Europa (a 'canarinha' joga na próxima semana em Praga diante da República Checa) e o que se viu correspondeu muito a esse período de experimentação do selecionador Tite, mais interessado em ver em ação eventuais 'reforços'.

Num misto de consagrados (Casemiro, Firmino ou Coutinho) e novas oportunidades (Militão, Alex Telles, Arthur, Richarlison ou Fagner), o Brasil tomou conta do jogo desde o apito inicial, limitando o Panamá ao seu meio-campo e a um registo quase exclusivamente defensivo, mas sem com isso criar grandes situações de golo.

Arthur, médio do Barcelona, foi na fase inicial dos mais inconformados e rematadores, uma solução para uma equipa que tinha alguma dificuldade em entrar pelos corredores e vencer a oposição de uma defesa densa, alargada a cinco e, às vezes, seis elementos.

O baixo ritmo e a falta de entrosamento em nada ajudavam um Brasil, que, a espaços, de forma tímida, procurava ir ao encontro do registo de festa dos mais de 49.000 espetadores que 'pintaram' o Dragão de 'verde e amarelo', e nem o golo de Paquetá, aos 32 minutos, a emendar um cruzamento de Richarlison da direita, mudou a história do jogo.

Para isso contribuiu também o tento do empate, conseguido pelo Panamá quatro minutos volvidos, num lance de bola parada, a forma mais fácil de os centro-americanos conseguirem levar a bola à baliza de Ederson.

Davi bateu o livre e Adolfo Machado apareceu a cabecear, na zona dos centrais, fazendo a bola passar por cima do guarda-redes do Manchester City, de Inglaterra, logrando o empate.

No segundo tempo, os brasileiros, que contaram com o apoio nas bancadas da estrela Neymar, surgiram mais ligados ao jogo e, sobretudo, mais rápidos a trocar a bola, criaram várias situações de golo, mas Paquetá, Richarlison e Casemiro, que também acertaram nos ´ferros' da baliza do Panamá, não conseguiram alterar o marcador.

O Panamá, quase sempre limitado a defender, também podia ter marcado, por duas vezes, pertencendo-lhe mesmo a derradeira oportunidade, nos descontos, num remate de Faiardo às malhas laterais.
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