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Correio da Manhã

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Bruno de Carvalho impedido de ir a votação no Sporting

Presidente suspenso deve avançar com mais uma providência cautelar.
Tânia Laranjo 11 de Agosto de 2018 às 11:59
Bruno de Carvalho
Bruno de Carvalho
Bruno de Carvalho

Bruno de Carvalho
Bruno de Carvalho
Bruno de Carvalho
Bruno de Carvalho

Bruno de Carvalho
Bruno de Carvalho
Bruno de Carvalho
Bruno de Carvalho

Bruno de Carvalho
Sem surpresa e no cumprimento da decisão de suspensão de funções decretada pela Comissão de Fiscalização, Jaime Marta Soares indeferiu esta sexta-feira a lista apresentada por Bruno de Carvalho. O argumento era o que já se previa: o presidente destituído não pode ir a votos, porque os seus diretos enquanto sócio estão suspensos.

Bruno de Carvalho recorreu entretanto da mesma suspensão, mas os estatutos do Sporting são claros. A decisão mantém-se, até ao final do recurso, cuja resposta só agora foi recebida pelos órgãos sociais em funções no Sporting.

A decisão de afastar Bruno da corrida eleitoral afasta também Erik Kurgy. O candidato que chegou a ser apresentado como testa de ferro surgia como quarto na lista agora rejeitada. Também não poderá avançar para primeiro lugar, porque o sistema de eleições no Sporting é presidencialista. Significa que a queda do presidente arrasta, por inerência, a anulação da lista. Igualmente, o fato de terem terminado os prazos para as candidaturas impede que seja apresentada uma nova lista a eleições.

À hora de fecho desta edição, a Mesa da Assembleia Geral em funções ainda não tinha anunciado o despacho final, mas o CM sabe que só as listas de Ricciardi e Varandas estão formalmente corretas. Deverá ser dado prazo aos outros candidatos para corrigirem as listas.

Quanto à rejeição da lista de Bruno de Carvalho, a decisão não é passível de recurso. Mesmo assim, o presidente destituído deverá avançar para os tribunais, provavelmente com nova providência cautelar.

Quer adiar eleições de setembro
Na quinta-feira, a Comissão de Fiscalização do Sporting, que suspendeu Bruno de Carvalho, foi notificada do recurso interposto pelo presidente destituído. Bruno pede agora que as eleições de 8 de setembro sejam adiadas, porque considera que a suspensão o impede de ir a votos. Paralelamente, Bruno avançou para a justiça e já entrou com uma providência cautelar a pedir que a decisão da AG de 23 de junho seja anulada. Quer também anular a suspensão entretanto decretada.

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