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Correio da Manhã

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Gaitán foi o suspeito do costume

Leia toda a análise ao jogo.
Octávio Lopes 8 de Novembro de 2015 às 19:16
Gaitán esteve nas melhores jogadas do Benfica
Gaitán esteve nas melhores jogadas do Benfica FOTO: Paulo Calado

O Benfica ascendeu este domingo, à condição, ao segundo lugar da I Liga portuguesa de futebol, ao vencer em casa o Boavista por 2-0, em encontro da 10.ª jornada da prova.

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Análise dos jogadores

Gaitán – Esteve nas melhores jogadas do Benfica e nos dois golos. No primeiro, assistiu Gonçalo Guedes e, no segundo, fez o centro picado para Jardel acertar na barra e Carcela recargar com êxito.

Júlio César – Um susto quando José Manuel lhe apareceu solto à frente, mas dominou mal a bola.

Silvio – Certinho a defender. A atacar esteve razoável.

Luisão – Alguns maus passes. Num deles, de risco para Samaris, levou a que José Manuel ficasse isolado.

Jardel – Esteve no 1-0: perto da área do Boavista passou a bola a Gaitán, que, depois, assistiu Gonçalo Guedes. E também no 2-0: cabeceou à barra e Carcela faturou na recarga.

Eliseu – Como não teve de defender muito, foi para o ataque, com poucas ideias e centros mal medidos.

Samaris – 1.ª parte fraca. Melhorou no 2.º tempo e viu um amarelo sem ter feito falta

Talisca – Uma nulidade até ao intervalo. Depois, recuou, só fez passes curtos para trás e para o lado. E acertou no poste, de livre direto (bola bateu na barreira).

Gonçalo Guedes – Um grande golo disfarçou uma exibição em que teve momentos razoáveis e outros fracos.

Jiménez – Não se comprende que só tenha saído aos 55’.

Jonas – Até ao intervalo, andou perdido no relvado. Na segunda parte melhorou pouco. Teve um bom remate que foi ao poste.

Mitroglou – Pareceu pesado. Teve pouca bola e foi trapalhão. Contudo, o Benfica melhorou com a sua presença em campo.

Carcela – Pediu e teve bola. Perdeu alguns lances. Marcou um golo numa oportuna recarga.

Renato Sanches – Dois toques na bola.

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Análise ao jogo

Positivo: adeptos
Mesmo com o Benfica a fazer um má exibição, os adeptos apludiram a equipa. Só não gostaram de um livre para o antigo 3.º anel de Talisca, que foi assobiado.

Negativo: coletivo da águia
A primeira parte mostrou que frente a equipas fechadas, o Benfica não sabe o que fazer para criar perigo. Na 2.ª, com mais espaços, também houve pouca imaginação ofensiva.

Arbitragem: razoável
Bruno Esteves seguiu o jogo de perto. Acertou na maioria das faltas e nos cartões. Só falhou no amarelo a Samaris, que nem falta fez.
Nico Gaitán Benfica Boavista futebol Estádio da Luz I Liga
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