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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Lopetegui naufraga no Dragão

Portistas deixam escapar dois pontos.

07 de janeiro de 2016 às 08:34

Empate entre FC Porto e Rio Ave é justo?

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Empate entre FC Porto e Rio Ave é justo?

Como se de uma relação se tratasse, os adeptos do FC Porto decidiram dar mais uma oportunidade a Julen Lopetegui. Apoiaram-no, a ele e à equipa, desde o início, mas os problemas são muitos, antigos e sem solução à vista.Lopetegui ainda colocou Varela, mas nada. Novo tiro no pé, mais uma assobiadela e as bancadas cheias de lenços brancos. Os adeptos querem o fim da relação com o técnico.

Um Rio Ave desfalcado foi o suficiente para deixar os dragões à deriva. A tolerância durou até ao momento em que se percebeu que era inevitável novo tropeção. Os rivais golearam e o título até parece miragem. Os adeptos tentaram, mas o divórcio pode ser inevitável. O jogo acabou com lenços brancos.

O início do FC Porto nem foi mau. A entrega dos jogadores tornou-se evidente na recuperação de bola, mas o coração não tinha correspondência na arte de criar. A estratégia de Pedro Martins era a de tantos outros que visitam o Dragão: bloco baixo, deixando o FC Porto com a posse de bola, tantas vezes inócua nos azuis-e-brancos.

Às costas dos adeptos, as oportunidades chegaram em jogadas de insistência – Maxi colocou Cássio à prova, antes de Herrera conseguir o golo, num bom gesto técnico, que contou com um desvio de Wakaso para o fundo da baliza.

O golo não sossegou a turma de Lopetegui. Ou, então, sossegou em demasia. Entre os minutos 26 e 30, os vila-condenses aproveitaram o espaço no meio-campo para atirar três remates à baliza. Duas segurou Casillas, mas à terceira foi de vez. Danilo fez de Wakaso e mudou para golo a rota do disparo de João Novais.

Respondeu o público do Dragão com mais aplausos, assumindo a sua parte do compromisso. Animou-se André André, que, tal como o nome, falhou a dobrar uma oportunidade clara aos 40’ – primeiro ao poste e depois por obra de Cássio, que começou a tornar-se protagonista.

A 2ª parte manteve o nível razoável – e a velocidade lenta – dos dragões, com o Rio Ave a conseguir igualmente criar perigo no contra-ataque. Cássio – e, há que dizê-lo, também Casillas – foi segurando o empate quando necessário – Aboubakar tentou, mas não conseguiu, e nem a entrada de André Silva provocou brechas no muro edificado por Martins.

Lopetegui ainda colocou Varela, mas nada. Novo tiro no pé, mais uma assobiadela e as bancadas cheias de lenços brancos. Os adeptos querem o fim da relação com o técnico.

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