Acredita em tudo o que vê? A tecnologia ‘deepfake’ vai fazê-lo pensar duas vezes

O ‘deepfake’ usa inteligência artificial para criar vídeos falsos.

18 de agosto de 2019 às 13:00
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Entre os apóstolos de Jesus, São Tomé ficou como o incrédulo – diz a tradição cristã, que precisava de ver o ressuscitado para acreditar que o era mesmo. No último mês de junho e depois de se ter visto num vídeo em que denegria a sua própria empresa, Mark Zuckerberg disse que o Facebook, rede social acusada de ter contribuído para a manipulação de resultados eleitorais em diversos pontos do globo, considera "uma abordagem diferente para os chamados ‘deepfakes’" - vídeos que não são já uma novidade mas que, através do aperfeiçoamento da tecnologia da inteligência artificial, são atualmente capazes de convencer o maior dos incrédulos.

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