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A casa do futuro

Vai ser possível pôr a roupa a lavar ou fazer o jantar à distância e sem premir um botão.

18 de fevereiro de 2018 às 11:55

Já se imaginou sentado no sofá e ter um assistente virtual que lhe põe a roupa a lavar, o jantar a fazer ou o seu   programa   favorito   na   televisão? Não imagine mais, porque tudo isto já é possível. Aliás é a tendência da eletrónica de consumo.

É a chamada internet das coisas em que muitas das maiores marcas do Mundo estão a apostar fortemente. A ideia é que no futuro seja possível ter todos os equipamentos a falarem entre si, e, mais importante do que isso, a conhecerem os nossos hábitos e a aprender   com eles. Foi este admirável mundo novo que o Falar Global foi convidado a ver no Innofest 2018 – o evento da LG que junta parceiros   e   jornalistas   de   todo   o Mundo e no qual são apresentadas as últimas inovações da marca.

Evento em Cannes

Neste mundo novo, há também televisões   gigantes   maleáveis   com dois milímetros de espessura, frigoríficos que nos deixam ver o seu interior sem abrirmos   a   porta   e   que sugerem a receita para os produtos armazenados.   Todos estes aparelhos vão permitir controlar a casa à distância, seja para aumentar ou diminuir a temperatura do ar condicionado,   seja   para   lavar   roupa   ou loiça   ou   para   fazer   o   jantar.   Tudo sem se tocar num botão.

SOCIEDADE BIT, por Reginaldo Rodrigues de Almeida

O Nosso Turismo

A capital portuguesa está na moda; Portugal     está na moda, tudo frases repetidas vezes sem fim um pouco por todo     o     lado.     Nascem     como cogumelos os prémios de mérito desta e daquela praia, dos roteiros gastronómicos e paisagísticos,     numa escala de referências que, por vezes,    nem   se     sabe     muito bem de onde chega… As atividades     turísticas     estão     ao rubro,     pelo     menos     até     que uma fronda de tensão fundamentalista passe a  impedir que tal aconteça.

Se     até     ao     passado     recente difícil era ‘vender’ Portugal, agora  o mais complicado     é manter     o     elevado     leque     de expectativas criado, em particular     junto     daqueles     que, por     experiência própria ou por conselho, têm Portugal por referência de lazer que vai além do clima ameno e da hospitalidade, isto é, a especialização dos segmentos turísticos (religioso, desportivo, náutico, médico e até funerário) criaram formas de procura próprias que têm de ser mantidas e, neste campo, o mundo da tecnologia pode continuar a dar uma grande colaboração e aportar novas dinâmicas, principalmente através  de     uma     divulgação estruturada do que realmente é a alma lusitana, não tanto ao dizer que aqui existe aquilo     que     afinal os outros também têm. A singularidade no mundo globalizado será o maior dos trunfos.  

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