Marilyn Monroe – a actriz que namorava com a câmara de filmar – morreu de overdose há 50 anos. O mito sobreviveu à tragédia
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A VIDA DE UMA DIVA
1926
Norma Jeane Mortenson Nasceu a 1 de Junho em Los Angeles. A mãe tinha graves problemas mentais e Norma viveu entre casas de familiares e amigos e orfanatos. Nunca soube quem era o pai.
1942
Aos 16 anos, casa-se com Jim Dougherty. O casamento foi combinado por um amigo da família, que a apresentou ao militar. Jim foi destacado para o Pacífico logo a seguir.
1945
Trabalhava numa fábrica de material aeronáutico quando foi descoberta por um fotógrafo. Ainda morena, começou a fazer fotos para publicidade e fez um teste de ecrã na 20th Century Fox. Em 1946, ano em que se divorcia, passou a ser a loira Marilyn Monroe e chegou ao cinema.
1949
Marilyn posa nua para o calendário do fotógrafo Tom Kelley. Nasce uma das mais icónicas imagens da actriz americana. A fotografia voltaria a ser publicada em 1953, no primeiro número da ‘Playboy'.
Os filmes ‘Niagara' e ‘Os Homens Preferem as Loiras' fazem de Marilyn a estrela mais sensual de Hollywood.
1954
Em Janeiro, casa-se com o lendário jogador de basebol Joe DiMaggio. O casamento dura pouco, em Outubro divorcia-se do atleta.
1955
Faz a famosa cena do vestido branco levantado pela ventilação do metro, no filme ‘O Pecado Mora ao Lado'.
1956
Casa-se com o dramaturgo Arthur Miller, de quem chega a engravidar. Perde o filho num aborto causado por malformação do feto. Viria a sofrer um segundo aborto em 1958.
1960
É anunciado publicamente o divórcio de Marilyn e Arthur.
1961
Vítima de uma grave depressão, em Fevereiro, dá entrada na Clínica Psiquiátrica Payne Whitley, em Nova Iorque. É depois transferida para o Columbia Presbyterian Hospital.
1962
A 19 de Maio, canta os parabéns ao Presidente John F. Kennedy numa festa no Madison Square Garden, em Nova Iorque. O uso abusivo de drogas e os constantes atrasos levam ao seu despedimento do filme ‘Alguém Tem de Ceder', que nunca chega a ser acabado.
1962
A 5 de Agosto, a polícia é chamada a casa de Marilyn em Brentwood, Los Angeles. A actriz é encontrada morta. A causa da morte é uma overdose de medicamentos.
FILMES INESQUECÍVEIS
OS HOMENS PREFEREM AS LOIRAS (1953)
Marilyn nem sequer era loira de nascença, mas o filme em que contracena com Jane Russell e canta ‘Diamonds are a Girl's Best Friend' fez dela uma estrela.
O PECADO MORA AO LADO (1955)
O enredo era uma metáfora do que os EUA pensavam de Marilyn. Um marido fiel fica sozinho quando a família vai de férias e não resiste ao poder sedutor da vizinha do lado.
PARAGEM DE AUTOCARRO (1956)
O filme que lhe deu reconhecimento da crítica. A actriz ficou desolada por o seu papel de dançarina de salão não ter chegado aos Óscares.
QUANTO MAIS QUENTE MELHOR (1959)
Comédia com Tony Curtis e Jack Lemon, mostra a versatilidade de uma actriz que sabia representar, cantar e seduzir.
OS INADAPTADOS (1961)
O filme de John Huston tinha no elenco estrelas como Clark Gable e Montgomery Cliff. Escrito por Arthur Miller, ex-marido de Marilyn, deu-lhe o último grande papel no grande ecrã.
JOSEPH M. SCHENCK (Empresário)
Foi um dos primeiros magnatas da indústria cinematográfica e ajudou Marilyn quando esta ainda usava o nome de Norma. Terão sido namorados, mas a amizade durou muito mais do que a curta relação amorosa.
JOE DIMAGGIO (Jogador de basebol)
"Fiquei surpreendida de estar tão louca pelo Joe. Esperava um espampanante desportista de Nova Iorque, mas, em vez disso, conheci este tipo reservado, que não se atirou a mim desde logo. Ele tratou-me como algo especial", disse Marilyn numa entrevista.
JOHN F. KENNEDY (Presidente dos EUA)
Terá sido amante do presidente americano, a quem cantou uns inesquecíveis "parabéns a você", em 1962, semanas antes de morrer. Antes de Kennedy ser eleito (em 1961), Marilyn comentou: "Seria tão bom ter um presidente que é tão novo e tão bem-parecido".
ARTHUR MILLER (Dramaturgo)
O casamento com um dos mais consagrados autores de teatro e cinema americanos surpreendeu muita gente. Marilyn explica: "Ele não se teria casado comigo se eu não fosse mais do que uma loira burra".
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