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Artigo exclusivo

Ano novo, velhos problemas

Se os americanos continuarem a seguir um registo isolacionista, a Europa terá de responder e reorientar-se.

04 de janeiro de 2026 às 00:30

O ano transato passou num piscar de olhos. Aliás, foi tão depressa que, com o aproximar da meia-noite, o relógio pareceu desistir de acompanhar o tempo que parecia correr. No virar da hora, a noite iluminou-se com os fogos de artifício que chamaram as pessoas para as ruas, à medida que os clarões pintaram o céu com o estrelar dos foguetes que marcaram o fim de 2025 e o início de 2026. Foi um momento breve, quase suspenso, em que o calendário se reiniciou e, com ele, todas as agendas governativas. Mas os problemas de 2025 não se encerraram com este instante luminoso. Alguns, de certo, lá ficaram, e outros foram empurrados para o ano seguinte. E, se assim foi, é porque deixaram marcas profundas que agora entram connosco em 2026.

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