A falta de verba pode estimular a imaginação, mas “não deixa de ser um osso duro de roer”, diz diretora do MUDE, que aceitaria ter no espólio do museu lisboeta “as fardas desalinhadas dos Capitães de Abril”<font face="Calibri"><font size="3"></font></font>
Diretora e programadora do Mude, Museu da Moda e do Design, Bárbara Coutinho nasceu em 1971, Mestre em História de arte, é também Professora Auxiliar Convidada do Instituto Superior Técnico, e Colaboradora na Faculdade de Belas Artes (UL) e na Faculdade de Arquitetura (UTL), em Lisboa.
Grande defensora da funcionalidade da arte, Bárbara Coutinho está a fazer um doutoramento sobre o espaço expositivo nos museus do século XXI. A impulsionadora na capital portuguesa do MUDE - num espaço aparentemente inacabado mas com um espólio de mais de duas mil peças - participa regularmente em colóquios e seminários sobre arte contemporânea e design, museus e arquitetura. Foi comissária de exposições como ‘É Proibido Proibir’, ‘Morte ao Design! Viva o Design!’, ‘Nacional e Ultramarino – BNU e a Arquitetura do Poder: entre o antigo e o moderno’, entre outras.
*A resposta escolhida surge a sublinhado
Dirige o MUDE no momento em que a crise obriga a apertar o cinto. Também na cultura, a falta de verba…
a) Estimula a imaginação
b) Custa menos, pois estamos a falar de área onde, por inerência, os atores são criativos
c) Uma contingência que não mata, mas mói
d)Outra hipótese: estimula a imaginação, mas não deixa de ser um osso duro de roer
Convidada a eleger um estilista português, destacava?
a) Ana Salazar, por ter estado à frente do seu tempo
b) Fátima Lopes, pela capacidade de trabalho
c) A mulher portuguesa, porque é no pulsar da rua que a moda evolui
Licenciou-se em História e o interesse pela moda surgiu na sua vida…
a) Desde sempre, em pequena já gostava de vestir as minhas bonecas
b) Precisamente como complemento da formação
c) Ao analisar a relação estreita entre a moda e a evolução das sociedades, e tentar perceber por que razão Portugal nunca foi uma passerelle internacional
Londres dedicou uma exposição aos trajes de David Bowie. Se o MUDE exibisse um projeto semelhante, o artista eleito seria?
a) António Variações, pela sua originalidade
d) Amália Rodrigues, pela monumentalidade
c) As Doce, cujos trajes marcaram os anos 1980
A 16 de maio, estreia a exposição ‘Museu Rural do século XXI’. Ser rural nesta década de turbulência significa?
a) Criar peças originais que desenvolvem as economias locais
b) Um regresso às origens e a possibilidade de recuperar capas de Burel e Capotes Alentejanos
c) voltar a estar na moda
Se no espólio do MUDE fosse inserido um ícone da nossa história, escolhia...
a) Os corações de Viana, peças de design intemporal
b) As fardas desalinhadas dos capitães de Abril, imagem da Liberdade
c) O chapéu do Infante D. Henrique, símbolo da nossa abertura ao Mundo
Imagine que era lançada de pára-quedas numa ilha deserta, e só podia levar um objeto. Optava por levar...
a) Um pareo
b) Um computador portátil com wi-fi
c) Um livro de 400 páginas
d) Outra hipótese: papel e lápis
Era-lhe dada a possibilidade de vestir o traje de uma grande figura. Escolhia…
a) O famoso vestido branco de Marilyn Monroe
b) As calças que Marlene Dietrich usou em 1920
c) Os fatos fantásticos de Mata-Hari
Nasceu em 1971, uma das décadas mais ousada em moda e design. Desse tempo guarda…
a) Uma enorme nostalgia
b) Umas calças à boca de sino
c) Uma colcha em patchwork
d) Outra hipótese: boas memórias da infância
Se Lisboa fosse por um dia a capital do Design urbano, onde daria uma palestra?
a) Na escadaria da Assembleia da República
b) No Cais das Colunas
c) Num qualquer miradouro, com o Tejo ao fundo
Que personalidade internacional melhor caracteriza a moda do século XXI?
a) Angela Merkel e os casacos de corte austero
b) Chávez e Maduro, exemplos de como um fato de treino pode emanar poder
c) Letizia, a plebeia que dá brilho à casa real espanhola
d) Outra hipótese: Barack Obama, pela convicção e naturalidade mostradas nas mais diversas ocasiões.
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