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Cebola no olho de menina durante guerra pela guarda entre casal divorciado

Menor assistiu a rituais com velas de Fátima para morte da madrasta. Relação de Évora revogou a decisão que inibia a mãe, dirigente nacional do Chega, de responsabilidades parentais.

20 de maio de 2026 às 01:30

A luta entre um ex-casal pela guarda da filha passou todos os limites e incluiu a mãe (dirigente nacional do Chega, que o CM não identifica para proteção da criança), a avó e um tio maternos a agarrarem e cortarem cebola a centímetros dos olhos da criança, para ser entregue ao pai a chorar (como se estivesse triste por deixar a mãe). A mulher tinha velas do santuário de Fátima com que fazia "rituais em que referia pretender que a madrasta da menor e a irmã desta morressem". Batia no peluche “como se fosse o pai da criança”; e, antes disso, pôs comida de bebé na boca da menina para fingir que estaria a vomitar e não ir para o pai. Tudo foi contado pela criança, em 2023, ao tribunal que investigou a queixa-crime apresentada pelo pai após a situação da cebola ter sido descoberta num hospital - o caso acabou arquivado nos tribunais. Em sequência, o Tribunal de Família e Menores de Setúbal retirou à mãe a guarda partilhada e decretou-lhe a inibição do exercício das responsabilidades parentais. Mas o Tribunal da Relação de Évora revogou este mês essa decisão, alegando que, apesar de tudo o descrito, ainda há ligação entre filha e mãe.

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