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Artigo exclusivo

Caso Léo Lins: Quais são, afinal, os limites do humor?

A polémica (e pesada) condenação do humorista brasileiro a oito anos de prisão, na sequência de piadas contadas no palco, recuperou uma velha discussão.

15 de junho de 2025 às 01:30

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Comediante atua no The Comic's Lounge para uma plateia atenta
Comediante atua no The Comic's Lounge para uma plateia atenta Direitos Reservados
Um homem sorri junto à porta do The Comic's Lounge
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Homem de fato e gravata com as mãos algemadas
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Sou totalmente contra a pedofilia, sou mais a favor do incesto. Se for abusar de criança, abusa do seu filho. Ele vai fazer o quê? Contar para o pai?” Esta e outras piadas valeram ao polémico humorista brasileiro Léo Lins uma condenação a oito anos e três meses de prisão e ao pagamento de uma multa de 1,4 milhões de reais (cerca de 220 mil euros). A juíza Bárbara de Lima Iseppi não teve contemplações depois de analisar os conteúdos do espetáculo ‘Perturbador’, de apenas 74 minutos, partilhado na plataforma YouTube, em meados de 2022. A sentença da magistrada de São Paulo identificou, pelo menos, 13 discursos preconceituosos e discriminatórios contra nordestinos, idosos, homossexuais, pessoas infetadas com o vírus VIH, negros, pessoas gordas, judeus, evangélicos, indígenas, portadores de deficiência ou pessoas com fenda labial e palatina. Antes de ter sido suspenso pelo YouTube, em agosto de 2023, o vídeo de Léo Lins tinha mais de três milhões de visualizações através daquela plataforma.

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