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Armando Martins: "Há obras que se valorizaram tanto que agora não teria dinheiro"

O novo Museu de Arte Contemporânea Armando Martins (MACAM), em Lisboa, leva o nome do seu fundador: um empresário que tem uma das maiores coleções de arte privadas

07 de abril de 2025 às 14:53

Previa-se que afluíssem ao antigo Palácio dos Condes da Ribeira Grande, em cada um dos três dias da inauguração do novo museu, entre 500 e mil pessoas, mas, no total, foram levantados cerca de 14.500 bilhetes. Numa tarde da semana seguinte, Armando Martins é abordado por desconhecidos que lhe dirigem palavras como “maravilhoso”, “incrível”, “parabéns”, “obrigado”. De Sarah Afonso a Julião Sarmento, de Ângelo de Sousa a Adriana Molder, de Paula Rego a Nuno Cera, de Isa Genzken a John Baldessari, de Paloma Varga Weisz a Thomas Struth, de Berlinde de Bruyckere a Albert Oehlen, no Museu de Arte Contemporânea Armando Martins (MACAM) estão expostas 200 das 600 obras do seu acervo – percorrendo a História da Pintura Portuguesa desde finais do século XIX até à contemporaneidade, e testemunhando algumas das mais importantes tendências internacionais das últimas décadas.

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