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Artigo exclusivo

Novak Djokovic: Ganhar por ‘match point’ contra a Covid-19

O tenista que se acredita possa vir a ser considerado o melhor de sempre não aceita ser vacinado.

22 de janeiro de 2022 às 11:00

Após aquelas três horas e 56 minutos, na que foi a mais demorada partida de ténis alguma vez disputada em Wimbledon, o sérvio Novak Djokovic arrancou um pedaço de relva do ‘court’ e comeu-a ("a sobremesa mais doce que provei"), enquanto olhava para as bancadas hostis, naquele histórico dia 6 de julho de 2014. Depois dos triunfos no Open da Austrália, em Roland Garros (França) e no US Open (EUA), esta era a única das provas do Grand Slam em que ainda não tinha derrotado o suíço Roger Federer – então considerado o melhor jogador de sempre e que tinha o apoio do público.

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