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Artigo exclusivo

O cavalheiro que também era detetive

Deve-se a Raymond Chandler (1888-1959) a transformação definitiva do “policial” em “literatura policial”.

08 de fevereiro de 2026 às 00:30

Se a chamada ‘literatura policial’ começou, a partir de certa altura, a entrar nas páginas da “literatura séria”, parte dessa responsabilidade é de Raymond Chandler, um homem que trabalhava na indústria do petróleo e que, atormentado por maus negócios, alcoolismo e um casamento em agonia, resolveu experimentar o cinema e a literatura. Para isso, preparou-se, ou seja, estudou aquilo que era o cânone da literatura policial da época e resolveu que a maior parte dela era atrevidamente desinteressante, com poucas exceções (uma delas era Dashiell Hammett, autor de ‘O Falcão de Malta’); tinha certa razão – mas também foi injusto para os clássicos ingleses do género (Agatha Christie, Berkeley, Dickson Carr, Dorothy L. Sayers), a quem chamava “os melhores escritores maçadores do mundo”.

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