Novas tabelas sem alteração profunda
Presidente do Conselho Geral e de Supervisão só aceita “ajustamentos” nos preços.
O presidente do Conselho Geral e de Supervisão da ADSE, o subsistema de saúde dos funcionários públicos, diz que aquele órgão não aceitará mexidas significativas nas novas tabelas de preços, que deverão entrar em vigor em abril, aceitando só "ajustamentos" na negociação que está a decorrer entre o conselho diretivo e os prestadores de serviços de saúde privados.
"O diálogo vai conduzir a algum ajustamento das tabelas, mas não vai conduzir a alterações substanciais", frisou João Proença num encontro no Porto sobre o futuro da ADSE. E foi mais longe: "Desenganem-se aqueles que achem que poderiam dilatar a aplicação das tabelas no tempo ou impor alterações profundas, [porque] não vão impor isso."
João Proença insistiu que, atualmente, a ADSE "está sólida financeiramente" e que as mudanças em curso visam assegurar a "sustentabilidade" do subsistema de saúde da Função Pública. Mas admitiu que é necessário "muito mais rigor". "Se os beneficiários se forem embora, a ADSE deixa de ser sustentável, portanto há que mantê-los claramente satisfeitos."
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