Travão no preço das portagens pago por todos
Em causa está o montante pago pelo Estado às concessionárias para compensar a atualização em 4,9%, abaixo da taxa máxima prevista por lei.
A Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) considerou que os contribuintes e automobilistas vão pagar ao longo de um número "ilimitado" de anos a decisão do governo de impedir a repercussão integral da inflação nas portagens de 2023.
Em causa está o montante pago pelo Estado às concessionárias para compensar a atualização em 4,9%, abaixo da taxa máxima prevista por lei. Segundo a UTAO, "para os anos seguintes, haverá uma partilha de custos do efeito de base entre contribuintes e automobilistas", já que a partir de 2024 (inclusive) e por um número indefinido de anos, o montante do apoio suportado pelo Estado será reduzido progressivamente.
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