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Cabaz alimentar desce para 260,41 euros após bater recorde na semana passada

Desde o início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 18,58 euros (menos 7,68%), indicou.

13 de maio de 2026 às 20:46

Um cabaz com 63 produtos alimentares essenciais teve uma diminuição de 1,48 euros face à semana anterior, custando 260,41 euros, registando desde o início do ano uma subida de 18,58 euros, anunciou esta quarta-feira a Deco PROteste.

"Após ter batido um novo recorde na semana passada, onde atingiu o valor mais elevado (261,89 euros) desde que a organização de defesa do consumidor iniciou esta análise, em 2022, o preço do cabaz essencial volta a descer", pode ler-se no comunicado sobre a análise semanal da Deco.

Desde o início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 18,58 euros (menos 7,68%), indicou.

A Deco apontou ainda que "há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 20,69 euros (menos 8,63%)", enquanto no início de 2022, era possível gastar menos 72,71 euros (uma diferença de 38,74%).

Entre 06 e 13 de maio, a massa espiral aumentou para 1,46 euros (+9% que na semana anterior), a perca do nilo passou a custar 12,99 euros/kg (+7%) e o atum de posta em azeite subiu para 2,27 euros (+6%), sendo estes os três produtos que percentualmente mais aumentaram de preço, segundo a análise da plataforma de defesa do consumidor.

"Comparando com o mesmo período do ano passado, a maior subida percentual de preço verificou-se em produtos como a couve-coração (40%, custando atualmente 1,95 euros/kg), o robalo (36%, situando-se atualmente nos 10,47 euros/kg) e o tomate chucha (32%, o que se reflete num custo de 3,11 euros)", sublinhou ainda.

A Deco Proteste tem realizado uma análise dos preços de um cabaz essencial desde fevereiro de 2022.

Desde essa altura, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (126% para 13,14 euros/kg), a couve-coração (97% para 1,95 euros/kg) e os ovos (84% para 2,10 euros).

A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.

Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.

Esta associação disponibiliza também um 'site' para simulações de preços: https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/supermercado/simule-e-poupe/supermercados-online-qual-vende-mais-barato.

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