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Cabeleireira dos famosos do Porto em falência fraudulenta

Foi decretada a insolvência da empresa, onde Inês Pereira tinha um “testa de ferro” e tinha alienado os ativos.

10 de agosto de 2025 às 01:30
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Cabeleireira dos famosos do Porto em falência fraudulenta

Conhecida como cabeleireira dos famosos do Porto, Inês Pereira, condenada a sete anos de prisão por branqueamento de capitais e fraude fiscal de um milhão de euros, alienou todos os ativos - equipamentos e marcas - a duas empresas detidas por ex-funcionárias, meses antes de o tribunal decretar a insolvência da sua empresa (Colourshaken).

“Os pagamentos foram alegadamente efetuados em numerário, não existindo qualquer comprovativo cabal do pagamento efetuado”, concluiu o gestor judicial, num relatório citado pelo Negócios. Os estabelecimentos continuaram “em pleno funcionamento, sob a marca ‘Inês Pereira’, estando a ser explorados pela sociedade Oníricatitude”, constituída a 6 de janeiro de 2025, onde Inês Pereira tinha “um testa de ferro” e “tomava decisões”. Usufruía ainda de um Mercedes alugado.

Posto isto, o administrador de insolvência entendeu que existiam “fortes indícios para qualificar a insolvência como culposa”, não tendo sido apurada “a existência de quaisquer bens móveis ou imóveis a favor” da empresa. A Colourshaken, cuja situação “sempre foi precária desde a sua constituição”, foi decretada insolvente, seguindo para liquidação, com dívidas de 476 mil euros a 33 credores, dos quais 27 trabalhadores, com a Segurança Social a reclamar 157 mil euros, o Fisco 125 mil e o Instituto do Emprego e Formação Profissional 2112 euros.

Inês Pereira e os dois filhos vão cumprir pena, confirmou em maio o Tribunal da Relação do Porto. Em causa, um esquema “para a não declaração de rendimentos, que visou unicamente a omissão contabilística e fiscal de parte substancial dos rendimentos obtidos nas diferentes lojas do grupo”, lê-se no acórdão.

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