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Caixa Geral de Depósitos penhora um terço da pensão a Berardo

Empresário tem dívida de 50,2 milhões de euros.

01 de maio de 2020 às 10:33

A CGD penhorou a José Berardo, empresário madeirense com uma coleção de arte moderna que já foi avaliada em 571 milhões de euros, um terço da pensão de reforma. Para recuperar uma dívida de 50,2 milhões de euros, o banco público fez, no âmbito de um processo de execução que corre no Tribunal do Funchal, a penhora de "um terço da pensão do aqui requerido José Berardo, no valor mensal de 861,63 €, segundo um acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa de 21 deste mês".A penhora foi arrestada no âmbito de um processo que corre no Tribunal do Funchal e no qual foram também arrestados a Berardo ações da Metalgest, no valor nominal de 7,8 milhões de euros e ações da Bacalhôa Vinhos, no valor nominal de 4,15 milhões de euros, que têm um penhor a favor do BCP.

O empresário tem uma pensão no valor total de 2584 euros. O acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa, a que o CM teve acesso, chumba o recurso interposto por Berardo e a Atram - Sociedade Imobiliária, empresa da qual é presidente, contra uma providência cautelar de arresto dos seus bens interposta pela Caixa em junho de 2019.

A penhora foi arrestada no âmbito de um processo que corre no Tribunal do Funchal e no qual foram também arrestados a Berardo ações da Metalgest, no valor nominal de 7,8 milhões de euros e ações da Bacalhôa Vinhos, no valor nominal de 4,15 milhões de euros, que têm um penhor a favor do BCP.

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