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Estado é dono de termas e matadouros. Valor da carteira global ascende a 53,2 milhões de euros

Estado está presente em setores que vão desde os transportes à banca.

18 de fevereiro de 2026 às 01:30

O Estado português tem, entre o seu portfólio de empresas, matadouros, associações culturais e até termas. A participação e o valor nominal destas empresas constavam da carteira global do Estado, divulgada no final do ano passado pela Entidade do Tesouro e Finanças. No total, o Estado detinha cerca de 53,2 mil milhões de euros em participações em cerca de 80 empresas, com um capital social ou estatutário superior a 745 mil milhões de euros.  

O Estado português tem, entre as participaçaões em empresas, matadouros, associações culturais e até termas.

A participação e o valor nominal constavam da carteira global do Estado, divulgada no final do ano passado pela Entidade do Tesouro e Finanças.

O Estado português é dono de várias empresas, com a totalidade ou a maioria do capital, estando presente em setores que vão desde a saúde à banca, dos transportes à cultura.  Nestas empresas, que constituem a carteira principal do Estado, a participação varia entre os 53% e os 100%. Entre estas empresas, destaca-se a CP, o Teatro D. Maria II e a Caixa Geral de Depósitos. 

Paralelamente, com participações que nem chega a 1%, o Estado está presente em cerca de duas dezenas de empresas, entre as quais o Matadouro Regional do Barroso e Alto Tâmega, S.A., responsável "pela maioria dos abates de animais do conselho, este espaço conta com instalações licenciadas para o abate de bovinos, pequenos ruminantes, suínos e equídeos", de acordo com a página oficial. Por outro lado, tem 0,2% - no valor de cinco euros - na Cooperativa  Recreativa da Gafanha da Nazaré, fundada nos anos 30  com o objetivo de adquirir e fornecer corrente elétrica para a iluminação pública da Freguesia e que tem, atualmente, "como finalidade a promoção cultural e ocupação dos tempos livres dos seus membros".

Tem também uma participação de 0,05% na Sociedade das Águas da Curia, S.A., empresa que explora as termas e garante os respetivos serviços hoteleiros associados. Já no estrangeiro, conta com uma participação de  2,51%, no valor de cerca de 79,6 mil euros, no World Trade Center Macau, S.A.R.L.  

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