Luís Costa Ferreira está de saída para o setor privado.
O atual diretor do departamento de Resolução do Banco de Portugal (BdP), João Freitas, vai assumir a função de diretor do departamento de Supervisão Prudencial em julho, substituindo Luís Costa Ferreira, de saída para o setor privado.
A informação foi avançada à Lusa por fonte oficial do BdP, que acrescentou que o atual responsável pela supervisão prudencial iniciou "um período de 'cooling off'" -- uma pausa -- de seis meses, antes de seguir para "um novo projeto profissional no setor privado".
Segundo a mesma fonte, Luís Costa Ferreira não irá para uma instituição sob supervisão do BdP.
Após este período, resultante da aplicação das normas de conduta nacionais e europeias, o contrato de Luís Costa Ferreira termina em 30 de outubro deste ano.
Durante este tempo, o responsável cessante, que já tinha desempenhado esta função em 2013 e 2014, vai desempenhar funções de apoio à gestão do banco central, "deixando de ter acesso a informação relacionada com o setor financeiro".
Já João Freitas vai assumir o cargo a partir de 06 de julho, devendo este, até lá, ser assegurado pela atual equipa de diretores-adjuntos.
Quanto à posição de diretor do departamento de Resolução, o BdP espera arranjar uma solução até julho.
Luís Costa Ferreira troca supervisão prudencial no BdP pela consultora EY
Luís Costa Ferreira, diretor do departamento de Supervisão Prudencial do Banco de Portugal (BdP) desde 2017, deixou o cargo para ir liderar a área de Financial Services da consultora EY, foi, esta quarta-feira, anunciado pela empresa.
Costa Ferreira já tinha exercido as mesmas funções no banco central entre 2013 e 2014, altura em que saiu para a consultora PwC, então a conduzir uma auditoria ao recém-criado Novo Banco após intervenção do supervisor nacional, segundo noticiou o jornal Eco.
No início de 2017, regressou ao Banco de Portugal, ocupando de novo o cargo de diretor do departamento de Supervisão Prudencial, funções essas que agora abandonou para ingressar na consultora EY.
A informação sobre a saída de Costa Ferreira foi avançada, esta quarta-feira, à Lusa por fonte oficial do BdP, que acrescentou que aquele responsável tinha iniciado "um período de 'cooling off'" -- uma pausa -- de seis meses, antes de seguir para "um novo projeto profissional no setor privado", numa entidade não supervisionada pelo BdP.
Após este período, resultante da aplicação das normas de conduta nacionais e europeias, o contrato de Luís Costa Ferreira terminará em 30 de outubro.
Durante este tempo, o responsável vai desempenhar funções de apoio à gestão do banco central, "deixando de ter acesso a informação relacionada com o setor financeiro".
Entretanto, em declaração escrita enviada à Lusa, Miguel Farinha, country managing partner da EY em Portugal, Angola, Moçambique e Cabo Verde, esclareceu que Luís Costa Ferreira irá liderar a área de Financial Services, "após o período de cooling-off legalmente previsto".
O convite ao ex-diretor do BdP "insere-se num conjunto de três contratações de peso na área de Financial Services, de que também fazem parte os novos partners Miguel Amaro, com um percurso de 25 anos em consultoria, e José Diogo Beirão, que soma mais de 12 anos de carreira no setor".
No banco central, o cargo deixado vago por Costa Ferreira será ocupado por João Freitas, atual diretor do departamento de Resolução do BdP.
João Freitas vai assumir o cargo a partir de 06 de julho, devendo este, até lá, ser assegurado pela atual equipa de diretores-adjuntos.
Quanto à posição de diretor do departamento de Resolução, o BdP espera arranjar uma solução até julho.
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