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De Almaraz nem bom vento, nem bom casamento

Quase três mil incidentes marcam a vida da central ligada ao rio Tejo. Fomos à localidade onde vivem da fissão nuclear

29 de janeiro de 2017 às 01:30

Afoga a manhã num copo. José Moreno está num snack-bar quase vazio de uma gasolineira de Talayuela, município espanhol da comarca de Cáceres, na Estremadura, entre Navalmoral de la Mata e La Vera, a menos de vinte quilómetros de Almaraz, onde quase duas mil almas vivem com a central nuclear mais antiga de Espanha à porta; que em julho será a segunda, depois de Trillo, em Guadalajara, a ter no interior um quartel da guarda civil por causa da ameaça terrorista. Setenta efetivos em turnos de 35 homens. Vinte ativistas da Greenpeace provaram em dezembro que se podia entrar, e, de barco, deixaram na barragem de Arrocampo a boiar na água que arrefece a central, e que comunica com o rio que desagua em Lisboa, uma faixa com 500 metros quadrados na qual pediam o encerramento das instalações nucleares. Um drone da associação ambientalista sobrevoou as cúpulas brancas da central.

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