"Sua p... chinesa, senão estivesses prenha f... toda para ver a que sabe uma chinesinha", gritou Marco Caeiro, já com a vítima estendida no chão a contorcer-se com dores. Ao ser empurrada e esbofeteada, na sua loja em Lisboa, Zhang Huiyng mal teve tempo de proteger o feto quando o agressor lhe desferiu vários golpes com uma barra de ferro. Estava grávida de oito meses, em 11 de Abril, e perdeu os sentidos quando uma pedra lhe acertou na cabeça e a fez jorrar sangue. Tudo gratuito, nem conhecia os quatro agressores. A PSP já prendeu o mais violento.
Naquela noite, quando passava com os três amigos pela loja Espadachim na avenida Almirante Reis, Marco Caeiro nem sequer queria roubar – ao contrário do que é hábito em si. Só lhe interessava agredir, começando por partir o vidro da montra com uma bola. Nessa altura entraram os quatro com ferros, paus e um bastão extensível, insultando e agredindo em primeiro lugar o colega de Zhang. Esta chegou quando Xu já quase sufocava com um casaco na cabeça – e acabou também brutalmente espancada. Não perdeu o bebé.
O trabalho da 5ª Esquadra de Investigação Criminal da PSP já estava em marcha, sob coordenação da Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento do DIAP de Lisboa – e Marco Caeiro foi agora travado na sua vaga de crimes graves: quatro roubos, violência, dois furtos, receptação, ofensas à integridade física, dano com violência e posse ilegal de armas.
Foi por tudo isto que o Ministério Público levou ontem Marco ao Tribunal de Instrução Criminal, assim como o cúmplice que na tarde do último dia 1 de Outubro invadiu com ele a Escola Profissional de Artes e Tecnologias e Desporto. Perseguiram uma vítima até ali, entrando no estabelecimento com uma pistola 6,35 mm e uma faca, com que ameaçaram e agrediram o aluno. Marco Caeiro ficou ontem em prisão preventiva; o cúmplice tem agora de se apresentar periodicamente à polícia.
ATACARAM ALUNO NA ESCOLA COM PISTOLA E FACA
Assim que Marco Caeiro e cinco cúmplices viram D.B., perseguiram a vítima à entrada da Escola Profissional de Artes e Tecnologias e Desporto, no Largo do Leão, em Lisboa. Passaram pela zona de recreio, às 16h30 de 1 de Outubro, e, enquanto Marco Caeiro empunhava uma pistola de calibre 6,35 mm, um dos cúmplices levava uma faca. O jovem aluno da escola não teve defesa possível, perante o olhar aterrorizado de colegas e professores – e, ao tentar evitar ser esfaqueado, foi violentamente agredido com várias coronhadas na cabeça. No final, os agressores saíram tranquilamente da escola, ameaçando todos os que tentavam socorrer a vítima, aos gritos. D.B. foi depois transportado do Hospital de São José, onde teve de ser suturado na cabeça com vários pontos. Este terá sido o último ataque de Marco Caeiro até ser preso.
ROUBAM JANTES, TELEMÓVEIS E INVADEM CASA
Os roubos violentos de Marco Caeiro e cúmplices, por vezes em grupos de sete, entre 2008 e este ano, sempre tiveram por objectivo tirar telemóveis e dinheiro às vítimas. Pouco mais. E foi por isso que algumas das quais acabaram brutalmente espancadas, com socos e pontapés. Algumas tiveram de receber tratamento hospitalar. Mas o grupo também roubou, por exemplo, jantes de automóveis e, pelas 18h30 do último dia 8 de Abril, Marco Caeiro invadiu a casa de uma mulher em Lisboa: roubou uma pulseira, sete escravas de mão, vários cordões e um fio, tudo em ouro, para além de 250 euros em notas.
PORMENORES
PISTOLA E CAÇADEIRAS
Nas buscas feitas pela 5.ª Esquadra de Investigação Criminal da PSP foram encontradas a familiares do cúmplice de Marco, que saiu em liberdade, facas, pistola e caçadeiras.
INVESTIGAÇÃO CONTINUA
A investigação da PSP continua, em articulação com o DIAP, no sentido de identificar outros cúmplices nos vários crimes.
INTERNADA DOIS DIAS
A mulher grávida agredida teve de ser internada dois dias na sequência de uma hemorragia.
Naquela noite, quando passava com os três amigos pela loja Espadachim na avenida Almirante Reis, Marco Caeiro nem sequer queria roubar – ao contrário do que é hábito em si. Só lhe interessava agredir, começando por partir o vidro da montra com uma bola. Nessa altura entraram os quatro com ferros, paus e um bastão extensível, insultando e agredindo em primeiro lugar o colega de Zhang. Esta chegou quando Xu já quase sufocava com um casaco na cabeça – e acabou também brutalmente espancada. Não perdeu o bebé.
O trabalho da 5ª Esquadra de Investigação Criminal da PSP já estava em marcha, sob coordenação da Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento do DIAP de Lisboa – e Marco Caeiro foi agora travado na sua vaga de crimes graves: quatro roubos, violência, dois furtos, receptação, ofensas à integridade física, dano com violência e posse ilegal de armas.
Foi por tudo isto que o Ministério Público levou ontem Marco ao Tribunal de Instrução Criminal, assim como o cúmplice que na tarde do último dia 1 de Outubro invadiu com ele a Escola Profissional de Artes e Tecnologias e Desporto. Perseguiram uma vítima até ali, entrando no estabelecimento com uma pistola 6,35 mm e uma faca, com que ameaçaram e agrediram o aluno. Marco Caeiro ficou ontem em prisão preventiva; o cúmplice tem agora de se apresentar periodicamente à polícia.
ATACARAM ALUNO NA ESCOLA COM PISTOLA E FACA
Assim que Marco Caeiro e cinco cúmplices viram D.B., perseguiram a vítima à entrada da Escola Profissional de Artes e Tecnologias e Desporto, no Largo do Leão, em Lisboa. Passaram pela zona de recreio, às 16h30 de 1 de Outubro, e, enquanto Marco Caeiro empunhava uma pistola de calibre 6,35 mm, um dos cúmplices levava uma faca. O jovem aluno da escola não teve defesa possível, perante o olhar aterrorizado de colegas e professores – e, ao tentar evitar ser esfaqueado, foi violentamente agredido com várias coronhadas na cabeça. No final, os agressores saíram tranquilamente da escola, ameaçando todos os que tentavam socorrer a vítima, aos gritos. D.B. foi depois transportado do Hospital de São José, onde teve de ser suturado na cabeça com vários pontos. Este terá sido o último ataque de Marco Caeiro até ser preso.
ROUBAM JANTES, TELEMÓVEIS E INVADEM CASA
Os roubos violentos de Marco Caeiro e cúmplices, por vezes em grupos de sete, entre 2008 e este ano, sempre tiveram por objectivo tirar telemóveis e dinheiro às vítimas. Pouco mais. E foi por isso que algumas das quais acabaram brutalmente espancadas, com socos e pontapés. Algumas tiveram de receber tratamento hospitalar. Mas o grupo também roubou, por exemplo, jantes de automóveis e, pelas 18h30 do último dia 8 de Abril, Marco Caeiro invadiu a casa de uma mulher em Lisboa: roubou uma pulseira, sete escravas de mão, vários cordões e um fio, tudo em ouro, para além de 250 euros em notas.
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PISTOLA E CAÇADEIRAS
Nas buscas feitas pela 5.ª Esquadra de Investigação Criminal da PSP foram encontradas a familiares do cúmplice de Marco, que saiu em liberdade, facas, pistola e caçadeiras.
INVESTIGAÇÃO CONTINUA
A investigação da PSP continua, em articulação com o DIAP, no sentido de identificar outros cúmplices nos vários crimes.
INTERNADA DOIS DIAS
A mulher grávida agredida teve de ser internada dois dias na sequência de uma hemorragia.
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