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Françoise Hardy: Um objeto raro passou por aqui, por Leonor Pinhão

“Cantar não é uma coisa fácil para mim”, disse Françoise Hardy no auge da fama, que lhe chegou muito cedo. Tinha 18 anos quando ‘Tout les garçons et les filles’ vendeu 2 milhões de cópias.

16 de junho de 2024 às 01:30

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Françoise Hardy, que morreu na semana passada aos 80 anos, foi uma musa parisiense que inspirou mulheres, homens, cineastas, artistas, estilistas, músicos e intérpretes nos anos 60. Um pouco contra a sua própria natureza, era “uma rapariga muito tímida”, o seu impacto foi um desaforo à imagem convencional das jovens mulheres à época e a cena musical francesa nunca mais foi a mesma depois da passagem do cometa Hardy. Rachida Dati, a ministra francesa da Cultura, definiu-a assim: “Como lhe dizer adeus? Eterna Françoise Hardy, lenda da canção francesa que penetrou, através da sua sensibilidade e das suas canções, no coração de um país inteiro.” ‘Como te dizer adeus’ foi, justamente, o título da canção que, em 1968, gravou com Serge Gainsbourg numa fase da sua carreira em que era disputada por intérpretes e compositores consagrados.

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