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Gaianima adjudicou, durante anos, proteção de património com base num contrato nulo. Auditoria será enviada à Procuradoria-Geral da República.
Contratos nulos, serviços que ficaram por prestar e faturação abusiva. São alguns dos problemas apontados pela auditoria à empresa municipal Gaianima, que revela um custo de 5,7 milhões de euros só num contrato com a empresa Prosegur, relativo à prestação de serviços de segurança em várias instalações do município, de 2005 a 2014. "Não se descortina qual o volume atual da dívida", referem os auditores.
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