Referente à notícia publicada em 25/06/2026: "Barão da imprensa cor-de-rosa falido com dívida de 36,7 milhões"
Na sequência da notícia publicada sob o título “Barão da imprensa cor-de-rosa falido com dívida de 36,7 milhões”, venho exercer o meu direito de resposta, por considerar que a referida publicação transmite uma imagem distorcida e incompleta, susceptível de induzir os leitores em erro.
A notícia omite factos relevantes para a correcta compreensão do processo.
A existência de um processo de insolvência não significa, por si só, que exista incapacidade definitiva para satisfazer os créditos reclamados. Aliás, a notícia refere os bens pessoais que dei de garantia, o que revela a boa fé que sempre tive no cumprimento das minhas obrigações.
A própria notícia tem como título que existe uma dívida de 36,7 milhões quando na realidade este valor ainda é provisório. Nos valores que são reclamados, está incluído um valor “astronómico” de cerca de 32 milhões, reclamados por parte do ex-trabalhador Luís Monteiro Pereira.
Ora, este título é enganador e pretende apenas criar sensacionalismo, sem qualquer rigor informativo.
A notícia também faz alusão ao processo de inquérito, no qual terei alegadamente dissipado património. Importando esclarecer que não existe qualquer despacho de acusação e desminto que tenha montado qualquer esquema com este intuito, até porque e como a notícia faz referência, constituí hipotecas sob os meus bens pessoais, incluindo a minha casa de morada de família.
O que contraria as acusações que são feitas e demonstra que nunca tive a intenção de deixar de cumprir com as minhas responsabilidades.
Acresce que são utilizadas as expressões “barão da imprensa cor-de-rosa” e “falido”, o que é feito com a intenção de criar maior sensacionalismo, com a intenção de denegrir publicamente a minha imagem, ofendendo o meu bom nome, a minha honra, dignidade, reputação e consideração social.
A utilização destas expressões revela menosprezo e desconsideração.
Continuo a defender os meus direitos pelos meios legalmente previstos e o processo judicial seguirá a sua tramitação normal.
Os leitores têm direito a ser informados com factos que correspondam à realidade, com respeito pelo direito à informação.
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