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O dia em que o mundo deixou de ser o mesmo

Bin Laden, o arquiteto do terror, fez o impensável: atacou o coração da América.

11 de setembro de 2026 às 09:27

Os ataques terroristas perpetrados pela Al-qaeda antes do 11 de Setembro revelaram sempre um elevado grau de conceção e elaboração. O mais relevante, até então, talvez tenha sido o atentado levado a cabo um ano antes, em 12 de outubro de 2000, no porto de Aden, no Iémen, quando um pequeno barco carregado de explosivos chocou contra o USS Cole, um contratorpedeiros norte-americano ali atracado para reabastecer. Morreram 17 marinheiros e 39 ficaram feridos. Mas o que aconteceu a 11 de setembro de 2001 era inimaginável. Assumindo o controlo de quatro aviões comerciais, os operacionais da rede terrorista montada por Osama bin Laden, fundador da Al-Qaeda, atacaram os centros do poder económico e militar dos EUA. Dois atingiram as Torres Gémeas, o outro o Pentágono. Só o voo 93 da United Airlines não chegou ao destino, que seria a Casa Branca ou o Capitólio, ou seja, do poder político. Os passageiros enfrentaram os terroristas, que acabaram por fazer despenhar o avião. Há, contudo, quem não exclua a possibilidade de ter sido abatido pela Força Aérea.

Os atentados da Al-qaeda não ficaram por aqui. Osama bin Laden, o arquiteto do terror, manteve ativas várias células terroristas, deixando o mundo em sobressalto. Acabaria por ser morto, em maio de 2011, no Paquistão.

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