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Austrália pronta para integrar missão proposta por Paris e Londres para o estreito de Ormuz

Missão militar multinacional terá como objetivo complementar os esforços diplomáticos e as medidas para reduzir a escalda do conflito entre o Irão e os Estados Unidos e Israel.

13 de maio de 2026 às 00:23

A Austrália está pronta para se juntar à missão "neutra e pacífica" proposta pela França e pelo Reino Unido para garantir a circulação no estreito de Ormuz, afirmou quarta-feira o ministro da Defesa Richard Marles.

"A Austrália está pronta para apoiar uma missão militar multinacional independente e estritamente defensiva, liderada pelo Reino Unido e pela França, assim que for implementada", declarou Marles num comunicado.

Canberra disponibilizará para esta missão uma aeronave de vigilância Wedgetail E-7A, já destacada na região para proteger os Emirados Árabes Unidos de ataques de drones iranianos, explicou Marles, no final de uma videoconferência sobre o assunto com os seus homólogos de cerca de quarenta países.

Esta missão militar multinacional terá como objetivo complementar os esforços diplomáticos e as medidas para reduzir a escalda do conflito entre o Irão e os Estados Unidos e Israel, ao mesmo tempo que "demonstra um compromisso concreto com a segurança do comércio internacional", acrescentou o ministro australiano.

O presidente francês Emmanuel Macron anunciou uma próxima "iniciativa nas Nações Unidas" a fim de propor um "quadro" para esta futura missão, que se supõe começar quando o Irão e os Estados Unidos aceitarem levantar o seu bloqueio respetivo, e em concertação com estes dois países.

A França vai "tomar a iniciativa" nas Nações Unidas para propor uma missão "completamente neutra e pacífica" para garantir a segurança do estreito de Ormuz no futuro, afirmou também na quarta-feira o Presidente francês, Emmanuel Macron.

"Precisamos de obter a reabertura incondicional de Ormuz, sem portagens. Isto é possível desmantelando todos os bloqueios e envolvendo-nos verdadeiramente neste diálogo exigente com o Irão", frisou o chefe de Estado francês em declarações à TV5, France 24 e Radio France International.

Macron, que falou no final de uma cimeira franco africana, lamentou "uma escalada nas declarações" dos lados norte-americano e iraniano e apelou a um "cessar-fogo totalmente respeitado", considerando inaceitável que não esteja a ser respeitado no Líbano.

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