Candidatura de Cotrim Figueiredo congratula-se com redução da abstenção
Liliana Reis saudou a mobilização dos portugueses e contou ainda que vai acompanhar os resultados com o otimismo e a esperança "que marcaram a campanha eleitoral".
A apoiante da candidatura presidencial de Cotrim Figueiredo e ex-deputada do PSD, Liliana Reis, congratulou-se este domingo com a redução da abstenção, projetada pelas televisões, e saudou a mobilização dos portugueses.
"Quero congratular todos os portugueses pela mobilização que estas eleições presidenciais tiveram, dos dados que temos até o momento aquilo que nos revelam é que se assemelham a 2006, ou seja, desde a primeira eleição presidencial do professor Aníbal Cavaco Silva", reagiu Liliana Reis que durante toda a campanha foi presença assídua junto de Cotrim Figueiredo.
Liliana Reis disse estar certa de que a candidatura de Cotrim Figueiredo, candidato apoiado pela Iniciativa Liberal (IL), contribuiu para esta mobilização massiva dos portugueses.
"Neste momento, também nos cumpre sublinhar um profundo agradecimento a todos os portugueses que votaram, mas também a todos aqueles que nas mesas de voto contribuíram para esta festa da democracia", afirmou.
Liliana Reis contou ainda que vai acompanhar os resultados com o otimismo e a esperança "que marcaram a campanha eleitoral".
Cotrim Figueiredo, que chegou à unidade hoteleira em Lisboa onde vai passar a noite eleitoral acompanhado de um dos quatro filhos, não quis falar aos jornalistas à entrada, apesar de, a informação inicial ser a de que ele falaria.
Cumprimentando alguns dos apoiantes que o esperavam no hall de entrada, Cotrim Figueiredo seguiu em passo acelerado em direção ao elevador e, aí, questionado sobre se estava confiante respondeu apenas muito.
As projeções das televisões para a abstenção nas eleições presidenciais de este domingo indicam que deverá situar-se entre os 35,6% e os 43%.
A RTP avançou às 19:00 uma previsão de abstenção entre 37% e 43% e a a SIC/TVI uma previsão entre 35,6% 40,6%.
A taxa de abstenção nas eleições presidenciais de 2021 situou-se nos 60,76%, a maior de sempre, tendo contribuído para este aumento a covid-19 e o recenseamento automático dos portugueses no estrangeiro.
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