Livre saúda descida da abstenção e espera que tendência se mantenha no futuro

Paulo Muacho, dirigente do partido, reagia às primeiras projeções da abstenção nas eleições presidenciais no Amarante Cine-teatro, onde está instalada a noite eleitoral de Jorge Pinto.

18 de janeiro de 2026 às 20:01
Paulo Muacho Foto: Direitos Reservados
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O dirigente do Livre Paulo Muacho saudou este domingo a descida da abstenção projetada pelas televisões, sublinhando que esta pode ser a maior participação dos últimos 20 anos e manifestando a esperança de que se repita no futuro.

"Relativamente aos primeiros dados que já temos sobre estas eleições presidenciais, que são as projeções da abstenção, elas parecem representar a maior participação dos últimos 20 anos em eleições presidenciais, o que é um dado muito positivo", afirmou o deputado e dirigente do Livre.

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Paulo Muacho reagia às primeiras projeções da abstenção nas eleições presidenciais no Amarante Cine-teatro, onde está instalada a noite eleitoral de Jorge Pinto, candidato a Belém apoiado pelo Livre.

Para o dirigente, "é sempre positivo" quando há "mais pessoas a participar num processo eleitoral", acrescentando-se a isso a relevância destas eleições em concreto, onde está em causa a escolha do próximo Presidente da República.

Os dados divulgados pelas televisões, acrescentou, parecem manter a "tendência dos últimos anos" de "aumento da participação eleitoral".

"Esperar também que essa maior participação se volte a repetir em próximos atos eleitorais e também na participação política, que vai muito além da participação eleitoral e do voto, que é um dever e é um direito de todos nós, mas que também representa um maior envolvimento de todos os nossos concidadãos no processo eleitoral", concluiu.

As projeções das televisões para a abstenção nas eleições presidenciais deste domingo indicam que deverá situar-se entre os 35,6% e os 43%.

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A RTP avançou às 19h00 uma previsão de abstenção entre 37% e 43% e a a SIC/TVI uma previsão entre 35,6% 40,6%.

A taxa de abstenção nas eleições presidenciais de 2021 situou-se nos 60,76%, a maior de sempre, tendo contribuído para este aumento a covid-19 e o recenseamento automático dos portugueses no estrangeiro.

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