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Cotrim Figueiredo assume que não ir à segunda volta será uma derrota

Candidato apoiado pela IL confessou estar cada vez mais confiante de que vai à segunda volta e, depois, vai ganhar as eleições e ocupar o Palácio de Belém.

04 de janeiro de 2026 às 14:16

O candidato presidencial João Cotrim Figueiredo assumiu este domingo que falhar a passagem à segunda volta das eleições de 18 de janeiro será uma derrota pessoal.

"Já disse que não ir à segunda volta, para mim, é uma derrota e é uma derrota que eu assumirei pessoalmente na hora, mas não vai acontecer", previu o candidato, depois de uma corrida de cerca de três quilómetros das Docas (Alcântara) até ao Palácio de Belém, em Lisboa.

No dia oficial do arranque da campanha eleitoral para as eleições presidenciais, à qual concorrem 11 candidatos, o eurodeputado, que correu equipado e acompanhado com cerca de 50 apoiantes, confessou estar cada vez mais confiante de que vai à segunda volta e, depois, vai ganhar as eleições e ocupar o Palácio de Belém, residência oficial do Presidente da República.

"Há dois meses, quando lancei a candidatura no Centro Cultural de Belém, muitos riram e poucos acreditaram, mas hoje já ninguém se ri, muitos acreditam e estes, que estão comigo, têm a certeza absoluta de que estamos na segunda volta", insistiu.

Cotrim Figueiredo, que fez a corrida em cerca de 15 minutos, referiu que se as pessoas querem mudança não podem votar nos candidatos dos partidos do costume, nem naqueles que nem sequer vão chegar à segunda volta, nem naquele [referindo-se a André Ventura] que acha que vai chegar à segunda volta, mas depois perde com todos.

"Portanto, se as pessoas querem uma alternativa realista para efetivar a mudança, uma mudança ambiciosa, mas com segurança e sem rutura com as instituições que nos servem, apesar de tudo bastante bem, só têm uma alternativa que é a minha candidatura", frisou.

O ex-presidente da IL ressalvou que as pessoas só podem querer uma mudança porque, no estado atual, o país não está a dar resposta aos problemas que as pessoas têm hoje, mas, sobretudo, às oportunidades que querem ter amanhã.

"Quero que os portugueses estejam preparados para aquilo que aí vem e não achem que fazer mais do mesmo ou ficar parados é sinónimo de segurança ou de sucesso, não é. Temos que nos preparar para fazer diferente e para fazer melhor", concluiu.

O atual Presidente da República, eleito em 2016, é Marcelo Rebelo de Sousa, que termina o seu mandato em março de 2026.

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