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Seguro fala em "abuso de generosidade" de Montenegro e responde a Gouveia e Melo

Socialista defendeu que “moderado”, “equilibrado” e que tem “força tranquila”.

16 de janeiro de 2026 às 01:30

A manhã de António José Seguro começou no setor agrícola, numa empresa hortofrutícola, em Montemor-o-Novo, onde entrou estufa dentro e provou morangos “doces”. É também assim que quer levar esta campanha presidencial até ao fim, apesar do sabor mais amargo que sentiu das declarações do chefe do Governo.

Depois de o primeiro-ministro o ter tentado colar a um dos extremos, o oposto ao de André Ventura, o candidato apoiado pelo Partido Socialista não subiu o tom. Seguro foi igual a si próprio: falou em “abuso de generosidade do primeiro-ministro”, mas disse que “alguém tem de contribuir para manter uma relação institucional positiva” e não foi mais além. Como já tem habituado no seu discurso, o socialista defendeu que “moderado”, “equilibrado” e que tem “força tranquila”. Já quanto às alegações de assédio que recaem sobre João Cotrim de Figueiredo, manteve a posição, de que “só fala sobre matéria de facto”.

À tarde, respondeu a Henrique Gouveia e Melo, que o associou ao corte valor das pensões no período da “troika”, quando Portugal esteve sob assistência financeira internacional. Seguro apontou à falta de soluções concretas do militar na reservar. “Ainda tem mais um dia para apresentar uma proposta para o País, se tiver”, frisou.

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