Nunca disse que não aos jogadores.
Madjer, esse mesmo, o do calcanhar da final, lamentou a perda de um "segundo pai", uma definição por certo saudada por todos os jogadores que com ele trabalharam. Esteve 30 anos no FC Porto, onde foi sempre próximo dos atletas. Funcionário do departamento de futebol, ia buscá-los ao aeroporto, arranjava-lhes casa, resolvia as burocracias. Nunca dizia que não a qualquer pedido. O funeral realiza -se hoje, às 15h00, a partir da Igreja de Arcozelo, Gaia.
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