Atirador que matou sete pessoas em parada do 4 de Julho confessa que disparou contra multidão
Juiz ordenou que o suspeito fosse preso sem possibilidade de fiança.
Robert E. Crimo III, de 21 anos,
durante uma parada do 4 de Julho (Dia da Independência nos EUA), em Highland Park, Chicago, confessou ter disparado sobre a multidão e que viajou para Wisconsin após o tiroteio onde "pensou seriamente" em realizar outro ataque.De acordo com a polícia de Chicago, citada pela Sky News, o homem fugiu e após uma breve perseguição as autoridades conseguiram travá-lo e prendê-lo numa operação de trânsito na segunda-feira.
"Bobby" admitiu os assassinatos e "entrou em detalhes sobre o que ele fez", salientou a polícia norte-americana, acrescentando que o suspeito também estaria a pensar "seriamente em usar a arma de fogo que tinha no seu veículo [encontrada quando foi detido] para cometer outro ataque".
De acordo com a The Associated Press, que cita o Procurador-Geral Adjunto do Estado de Lake County, foi ordenado que o suspeito ficasse preso sem possibilidade de fiança. A polícia encontrou os projéteis de 83 balas e três carregadores de munições no telhado do qual disparou.
O jovem enfrenta sete acusações de assassínio em primeiro grau, pelas sete mortes, o que no estado de Illinois pode significar prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional.
De acordo com a polícia de Chicago, citada pela Sky News, o homem fugiu e após uma breve perseguição as autoridades conseguiram travá-lo e prendê-lo numa operação de trânsito na segunda-feira.
O tiroteio desta segunda-feira fez seis mortos e 24 feridos, elevando para 14 o número de mortos nas festividades do Dia da Independência naquela cidade norte-americana, que começaram no sábado.
O desfile foi interrompido pouco depois de ter começado, pelas 10h00 da manhã, quando foram disparados tiros que terão atingido um número indeterminado de participantes que se encontravam no evento. O barulho dos disparos terá sido confundido com os estrondos do fogo de artifício que animava a parada.
Após o massacre, que faz aumentar o número de vítimas em paradas do 4 de Julho na cidade, o governador local decretou o cancelamento de todas as festividades.
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