Brasil ultrapassa os quatro milhões de infetados por coronavírus

País registou ainda nas últimas 24 horas mais 1218 mortes devido à Covid-19.

03 de setembro de 2020 às 20:52
Coronavírus, população, Brasil, São Paulo Foto: Reuters
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O Brasil alcançou e até já superou esta quinta-feira a barreira de quatro milhões de pessoas infetadas com o coronavírus, consolidando a sua segunda posição no mundo, atrás somente dos Estados Unidos. A superação da marca foi confirmada no balanço das 13h00 horas, 17h00 horas em Lisboa, pelo consórcio de veículos de imprensa que criaram um portal para acompanhamento da propagação da pandemia de coronavírus por os números oficiais do governo Bolsonaro não oferecerem confiabilidade.

De acordo com o relatório desse horário, um dos três que o consórcio divulga diariamente, o Brasil tinha a essa hora 4.007.502 pessoas infetadas pelo coronavírus. Pelo mesmo balanço parcial do dia, a esse mesmo horário já haviam morrido 124.057 brasileiros com Covid-19, a doença provocada pelo coronavírus, mantendo o Brasil, também neste caso, só atrás dos EUA.

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 No acumulado das últimas 24 horas, de quarta para quinta, o Brasil registou, segundo o consórcio, mais 1218 mortes devido à Covid-19. É um número ainda altíssimo, que se repete dia a dia acima dos mil óbitos, mas na média móvel semanal de mortes diárias, que soma todas as mortes registadas em sete dias e depois divide por sete para reduzir o impacto das variações aos fins de semana, quando só parte das secretarias regionais de saúde divulgam os dados, houve uma redução de 14% no número de óbitos em relação ao período anterior, o que aconteceu pela primeira vez desde a primeira morte confirmada no Brasil por Covid-19, em 17 de Março.

Outro dado que dá esperança de que a pandemia de coronavírus esteja finalmente a perder força no Brasil é o não aumento do número de novos casos nas grandes cidades. Segundo um levantamento divulgado também esta quinta-feira, em nenhuma das cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes tem havido aumento expressivo do número de novos infetados, ou seja, essas grandes cidades ou mantiveram os números diários das últimas duas semanas ou conseguiram reduzí-los, apesar de, mesmo no último caso, os números continuarem ainda num patamar muito alto.

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