Chefe da polícia que coordenou operação durante massacre no Texas foi para o teatro de operações sem rádio
Pete Arredondo alegou que a falta do aparelho dificultou a capacidade de comunicar com os serviços de emergência.
O chefe da polícia que foi acionado para o tiroteio nas escola primária em Uvalde, no Texas, do qual resultaram 21 mortos, não levou o rádio para o local. Dessa forma, não conseguiu pedir reforços.
De acordo com o The New York Times, Pete Arredondo alegou que a falta do aparelho dificultou a capacidade de comunicar com os serviços de emergência, levando a um atraso na resposta ao incidente que levou ao triste desfecho.
Numa conferência de imprensa na quinta-feira, o membro democrata do Senado do Texas Roland Gutierrez alertou para uma "falha do sistema" o facto de nenhuma das chamadas ou pedidos de ajuda das pessoas dentro da escola terem chegado a Arredondo.
"A culpa é suficientemente grande para se dar a volta. Houve erro humano e houve erro de sistema", salientou o Senador na conferência de imprensa.
O massacre na Robb Elementary School, onde dezenove crianças e dois professores morreram, colocou mais uma vez a discussão sobre o controlo das armas em cima da mesa nos Estados Unidos da América, com apoiantes de leis mais fortes sobre armas a argumentar que o último derramamento de sangue representa um ponto de viragem.
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