Cientista norte-americana encontrada morta na Grécia após uma semana desaparecida
Suzanne Eaton estava em Chania para participar numa conferência científica.
As autoridades da ilha grega de Creta encontraram o corpo de uma cientista americana que desapareceu na semana passada enquanto participava de uma conferência na ilha. Suzanne Eaton terá sido encontrada por duas pessoas esta segunda-feira à noite.
De acordo com a imprensa grega, Suzanne foi encontrada numa caverna em Chania, Creta, a cerca de dez quilómetros do local onde foi vista pela última vez.
A BBC avança que dois locais andavam a explorar um bunker, utilizado na Segunda Guerra Mundial durante a ocupação nazi na ilha de Creta, quando sobre o chão rochoso e acidentado, encontraram o corpo da cientista. A mulher estava coberta por uma serrapilheira.
Eaton, uma biólogo-marinha de 59 anos do Instituto Max Planck, em Dresden, na Alemanha, foi dada como desaparecida há uma semana perto do porto de Chania, na Grécia.
O Instituto Max Planck de Biologia Celular e Genética Molecular confirmou a notícia na terça-feira em uma declaração por escrito.
Após o desaparecimento de Suzanne, amigos e familiares anunciaram que estavam a oferecer uma recompensa de 50 mil euros a quem lhes desse informações sobre a mulher.
A família da cientista desaparecida, funcionários da Cruz Vermelha e voluntários locais chegaram a juntar-se às operações policiais que tinham como objetivo encontrar Suzanne.
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