Hamas promete retaliar após Israel aprovar execução para homicídio terrorista
Movimento afirmou que a lei reflete "o desprezo da ocupação e dos seus líderes pelo direito internacional".
O movimento fundamentalista palestiniano Hamas prometeu uma "resposta proporcional" após o parlamento de Israel ter aprovado a pena de morte para condenados por homicídio terrorista que, na prática, aplica-se apenas a palestinianos.
Na segunda-feira, o Hamas referiu-se ao documento como a "lei sobre a execução de prisioneiros palestinianos" e argumentou que demonstra "a natureza sanguinária da ocupação e a sua abordagem baseada em assassínios e terrorismo".
O movimento acrescentou que a lei reflete "o desprezo da ocupação e dos seus líderes pelo direito internacional" e expõe "a falsidade das suas repetidas alegações de civilidade e compromisso com os valores humanos".
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