Membro da máfia de Nápoles salvo pela polícia da morte após dormir com mulher do chefe
Grupo estava já a cavar a cova do homem para o executar.
Um membro da máfia de Nápoles estava prestes a ser executado por ter dormido com a mulher do cabecilha do gang quando a polícia chegou ao local e salvou o homem.
como eram chamados, estavam a cavar a cova onde atirariam o corpo da vítima quando foram surpreendidos pelas autoridades.
O pretexto para atrair a vítima ao local, um descampado entre Marano e Arzano, em Nápoles, era "resolver algo".
a polícia soube que os membros do gang iam matar o homem porque tinham os telemóveis dos criminosos sob escuta, mas não sabiam bem quem era o alvo. Com a possível morte iminente, as autoridades instalaram câmaras de vigilância no local e seguiram os mafiosos.
A polícia deteve os envolvidos que se preparavam para assassinar o homem e quem ordenou o crime.
Quando confrontaram a vítima, as autoridades disseram que o homem tinha "escapado à morte". Este reagiu com surpresa, mas as autoridades acreditam que se tratou de fingimento e que, no fundo, o homem sabia bem a situação em que estava metido.
Alfredo Fabbrocini, o responsável pela operação de resgate, explica, em comunicado que "as esposas de prisioneiros da máfia devem ser consideradas anjos e nunca tocadas. Esta é a regra e se você a quebrar, a punição é a morte", confessa.
Mas não é por sentimentos- "não se trata de preservar a honra, como uma espécie de cinto de castidade moderno. É uma escolha estratégica fria", afirma Alfredo. "O medo é que se forem detidos e sentirem que não têm apoio e que as mulheres se estão a perder, eles comecem a prestar depoimento à polícia", acrescenta.
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