Procuradores de Malta indiciam empresário de cumplicidade no assassinato de jornalista

Daphne Caruana Galizia foi morta em 2017 por uma bomba colocada no automóvel que conduzia.

30 de novembro de 2019 às 21:24
Daphne Caruana Galizia foi assassinada à bomba em outubro de 2017 Foto: Reuters
Populares exigem justiça pela morte de Daphne Caruana Galizia, assassinada há dois anos Foto: Reuters/Guglielmo Mangiapane
Daphne Caruana Galizia foi assassinada Foto: Reuters
Assassinos de Daphne Caruana Galizia Foto: Direitos Reservados

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Os procuradores de Malta indiciaram este domingo um importante empresário local de cumplicidade no assassinato da jornalista anti-corrupção Daphne Caruana Galizia, morta em 2017 por uma bomba colocada no automóvel que conduzia.

O empresário, Yorgen Fenech, declarou-se inocente das alegações que o relacionam com este atentado, ocorrido em 16 de outubro de 2017. A família da jornalista de investigação tem alegado que Fenech mantém relações próximas com o círculo do primeiro-ministro de Malta, Joseph Muscat.

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Pouco antes desta decisão, fontes próximas do Partido Trabalhista, a formação de Muscat, referiram em declarações à agência noticiosa AFP que o primeiro-ministro pode abandonar funções em janeiro sob determinadas condições.

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