Tensão em França após morte de ativista de extrema-direita

Quentin Deranque, de 23 anos, foi emboscado e espancado por membros do coletivo Antifa, ligado à extrema-esquerda.

18 de fevereiro de 2026 às 01:30
Protesto contra a morte de Quentin em Paris Foto: EPA/Lusa
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A morte de um jovem ativista de extrema-direita, que foi emboscado e barbaramente espancado por elementos do movimento Antifa, ligado à extrema-esquerda, fez aumentar a tensão política em França a poucos meses das eleições regionais.

Quentin Deranque, estudante de 23 anos, foi atacado na passada quinta-feira por vários homens, alguns deles mascarados e armados com barras de ferro, durante confrontos à margem de um protesto da extrema-direta contra um discurso de Rima Hassan, eurodeputada eleita pelo partido de extrema-esquerda França Insubmissa (LFI), na universidade de Lyon, e acabou por morrer dias mais tarde no hospital. O governo e vários partidos, incluindo a União Nacional de Marine Le Pen, acusaram a LFI de "incitamento à violência" e de "responsabilidade moral" pela morte de Quentin.

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