As imagens da caverna nas Maldivas onde ficaram encarcerados os cinco italianos

Imagens confirmam que a caverna onde os corpos foram encontrados é estreita e tem pouca visibilidade.

22 de maio de 2026 às 18:37
Giorgia Sommacal e a mãe, Monica Montefalcone; os instrutores de mergulho Gianluca Benedetti e Federico Gualtieri; Muriel Poirino, pesquisadora Foto: Direitos Reservados
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A equipa finlandesa da organização Dan Europe revelou as primeiras imagens da caverna no Atol de Vaavu, nas Maldivas, onde foram encontrados quatro dos cinco italianos que desapareceram na semana passada durante uma atividade de mergulho a 50 metros de profundidade. 

As imagens confirmam que a caverna onde os corpos foram encontrados é estreita e tem pouca visibilidade,  

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FOTO: Dan Europe/Instagram
Interior da caverna
FOTO: Dan Europe/Instagram
Interior da caverna
FOTO: Dan Europe/Instagram
Interior da caverna
FOTO: Dan Europe/Instagram
Interior da caverna
FOTO: Dan Europe/Instagram
Interior da caverna
FOTO: Dan Europe/Instagram
Interior da caverna

Ao que tudo indica, os cinco italianos terão entrado numa caverna e, depois, passaram para outros espaços com pouca visibilidade e ficaram encarcerados. O pânico e o stress terão aumentado a frequência respiratória, o que fez com que ficassem sem oxigénio. Numa das duas partilhas na rede social Instagram, a organização finlandesa descreve que "a luz natural ainda entra pela caverna maior, mas que vai desaparecendo". 

Os cinco italianos entraram na água na quinta-feira passada, dia 14 de maio, para uma atividade de mergulho a 50 metros de profundidade (164 pés), no Atol de Vaavu, e a tripulação do navio em que viajavam comunicou o desaparecimento quando estes não voltaram à superfície. No mesmo dia, um dos mergulhadores foi encontrado. Os restantes corpos apareceram na segunda-feira. 

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Os corpos foram encontrados na parte mais funda de uma gruta, a mais de 50 metros de profundidade, e aparentemente o equipamento que levaram não seria o mais adequado para uma exploração nestas condições.

Recorde-se que os cinco italianos, ligados à Universidade de Génova, chegaram ao Atol de Vaavu na última quinta-feira a bordo de um iate onde estavam mais 20 turistas italianos. Mergulharam supostamente com a intenção de explorarem grutas subaquáticas, mas nunca chegaram a regressar à superfície. Durante as buscas pelos corpos morreu também, no passado sábado, um mergulhador.

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A Dan Europe recuperou os corpos esta semana e continua a colaborar com as autoridades das Maldivas para apurar em concreto o que terá acontecido. Estão também a ser analisadas as câmaras GoPro que estes italianos levaram para a atividade de mergulho para que se possa perceber com mais certezas o que terá acontecido. 

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