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"Sei que foi ele": melhor amigo de suspeito do caso Maddie acredita que este raptou a menina e a "vendeu a alguém"

Michael Tatschl vivia com o suspeito alemão na Praia da Luz, onde Madeleine McCann, então com três anos, desapareceu sem deixar rasto.

22 de junho de 2020 às 09:17

À medida que os dias passam, os desenvolvimentos e relatos sobre o caso Maddie e em particular sobre o principal suspeito do seu desaparecimento, Christian Brueckner, multiplicam-se. 

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"Sei que foi ele": melhor amigo de suspeito do caso Maddie acredita que este raptou a menina e a "vendeu a alguém"

"Eu sei que foi ele": este é o mais recente testemunho do caso e parte do melhor amigo de Brueckner, Michael Tatschl. Segundo avança o jornal britânico Mirror, Tatschl não tem dúvidas de que tenha sido Brueckner a raptar Maddie e avança ainda que o melhor amigo tinha "alguns problemas sexuais". 

Michael Tatschl vivia com o suspeito alemão na Praia da Luz, onde Madeleine McCann, então com três anos, desapareceu sem deixar rasto. "Ele era um prevertido e mais do que capaz de raptar uma criança para fins sexuais ou dinheiro", revelou Tatschl. 

Tatschl, segundo avança o jornal britânico, foi interrogado em 2019 pela polícia alemã e austríaca que investiga o desaparecimento de Madeleine.

Alegadamente, o melhor amigo de Brueckner revelou às autoridades que o alemão se gabava de assaltar apartamentos de férias de turistas ricos e vangloriava-se de "vender crianças". 

Tatschl alega ser "muito provável" que Brueckner tenha vendido Madeleine a uma rede de tráfico sexual. "Ele estava sempre a gabar-se de ganhar dinheiro, até falava em vender crianças, talvez para Marrocos", afirma.

"Eu acho que ele provavelmente vendeu Maddie para alguém. Talvez uma rede sexual. Eu morava com ele na época, era o meu melhor amigo. Eu sei que foi ele", avança o jornal britânico a citar Tatschl.

O melhor amigo do principal suspeito do caso Maddie afirma ainda que este era obcecado com a 'dark web' e suspeita que tenha usado esta via para negociar pornografia e drogas. Afirma ainda que Bruckner tinha um lugar secreto na sua casa na Praia da Luz, onde mantinha as coisas que roubava.

O nome de Michael surgiu na semana passada após as autoridades portuguesas terem concedido acesso aos registos judiciais de Brueckner, avança o mesmo jornal. 

Michael regressou ao país de origem, Áustria, e espera que Brueckner seja condenado pelo que fez. "Eu espero que eles possam finalmente encerrar este caso pela família e considerar Christian culpado pelo que ele fez. Ele precisa admitir isso à polícia".

Brueckner tornou-se amigo do austríaco no final de 2005 e começou a partilhar casa com este em 2006.

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