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Correio da Manhã

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“Ajuda humanitária chega no dia 23” à Venezuela

Guaidó marca data para operação que vai testar lealdade dos militares a Maduro.
Ricardo Ramos 13 de Fevereiro de 2019 às 01:30
Juan Guaidó
Juan Guaidó
Manifestação com apoiantes do autoproclamado presidente
Juan Guaidó
Juan Guaidó
Manifestação com apoiantes do autoproclamado presidente
Juan Guaidó
Juan Guaidó
Manifestação com apoiantes do autoproclamado presidente
O líder opositor venezuelano, Juan Guaidó, anunciou esta terça-feira que a ajuda humanitária internacional "vai entrar na Venezuela no dia 23 de fevereiro", marcando uma data para um confronto potencialmente perigoso com o regime de Nicolás Maduro, que prometeu travar a distribuição da ajuda, se for preciso, pela força.

Guaidó, que falava perante milhares de apoiantes concentrados em Caracas para mais uma jornada de protesto, não revelou como tenciona abrir os "canais humanitários" formados por mais de 100 mil voluntários que vão ajudar a distribuir a ajuda, preferindo antes apelar aos militares para que a deixem entrar livremente no país.

Maduro decidiu na semana passada mandar bloquear a fronteira com a Colômbia, onde está a ser concentrada parte da ajuda internacional, afirmando que a Venezuela "não precisa de migalhas" e que a ajuda não passa de um ‘cavalo de Troia’ para uma invasão americana.

Além da Colômbia, a oposição tenciona ainda usar bases no Brasil e numa ilha das Caraíbas para concentrar e distribuir os carregamentos de comida e medicamentos.

Entretanto, Guaidó mostrou, segunda-feira, um primeiro carregamento de vitaminas e rações nutricionais para grávidas e bebés que entrou clandestinamente no país, e que foi entregue à Igreja para ser distribuído pelos mais necessitados.
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