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Lázaro Barbosa de Sousa já matou cinco pessoas, feriu outras cinco, entre elas dois polícias, e protagonizou diversos tiroteios.
Um homem acusado de ser um assassino e violador em série tem conseguido escapar nos últimos oito dias a uma gigantesca perseguição feita por mais de 200 agentes da polícia da cidade-estado de Brasília e do estado vizinho de Goiás, no centro-oeste do Brasil, fugindo através das densas matas da região e fazendo reféns moradores de quintas, que usa como escudos por algum tempo. Desde quarta-feira da semana passada, Lázaro Barbosa de Sousa, de 32 anos, já matou cinco pessoas, feriu outras cinco, entre elas dois polícias, e protagonizou diversos tiroteios com habitantes de áreas rurais e agentes que o cercaram, conseguindo escapar a todas as investidas até esta quarta.
Ao todo, mais de 200 agentes da Polícia Militar (Segurança Pública), Polícia Civil (Judiciária) e Polícia Rodoviária, estão a perseguir Lázaro desde o passado dia 9, altura em que alegadamente cometeu o primeiro crime desta série, matando quatro pessoas da mesma família, pai, mãe e dois filhos, que moravam numa quinta que invadiu em Ceilândia, cidade vizinha a Brasília. Os agentes recorrem a quase 100 carros, incluindo veículos todo o terreno e dezenas de motas, sendo reforçados pela cavalaria, vários helicópteros, drones e cães pisteiros, e esquadrinham cada palmo das enormes matas que circundam as cidades de Edilândia e Cocalzinho, no estado de Goiás, onde Lázaro tem sido visto depois de fugir de Brasília.
Apesar do gigantesco aparato e de, por várias vezes, terem ficado frente a frente com o fugitivo, os agentes não conseguiram detê-lo até à tarde desta quarta-feira, 16 de Junho. Quando parece que a prisão ou morte de Lázaro está iminente, como quando, na noite desta terça-feira, foi cercado numa área de mata na área rural de Cocalzinho de Goiás, ele escapa novamente.
Desde que matou a família em Ceilândia, Lázaro Barbosa de Sousa tem repetido diariamente a mesma forma de agir e nem tenta sair da região, optando por ir de uma localidade para outra próxima, voltando para a primeira quando é cercado. Todos os dias tem invadido pequenas quintas das florestas de Goiás e dos arredores de Brasília, obrigando os moradores a prepararem-lhe suculentas refeições. Depois de descansar um pouco, foge de novo, levando reféns para a mata e libertando-os quando se sente seguro.
Numa dessas quintas que invadiu, o fugitivo matou mais uma pessoa e feriu várias, tendo em outras propriedades que tentou invadir trocado tiros com caseiros ou moradores que, já alerta, o receberam com tiros. Em alguns desses ataques, Lázaro prendeu todos os homens numa divisão da casa, mandou todas as mulheres tirarem a roupa, violando algumas delas.
FILHO DO DIABO
Conhecendo profundamente a região, pois não tem família nem casa e viveu a vida toda no meio da mata, Lázaro sabe onde se esconder e, diz a polícia, tem uma enorme capacidade de ocultar a sua presença. Os agentes revelaram que o fugitivo consegue erguer no alto de uma árvore em poucos minutos uma casa com o que tem à volta, como ramos, folhas de árvores e pedras, por exemplo, e que o faz de uma forma tal que fica invisível tanto para quem o procura de helicópero ou por quem passa de carro ou mota bem perto de onde ele está.
Os reféns libertados esta terça-feira descreveram após a libertação que o homem os obrigou a entrar num rio com pouco caudal da região, por onde todos fugiram dentro de água para não deixarem rastos, e que quando um helicóptero se aproximou os obrigou a esconderem-se em reentrâncias da margem. Numa outra parte do percurso, quando os polícias se aproximaram de carro, os reféns foram obrigados a deitar-se no chão no meio das árvores e a cobrirem os corpos com folhas, passando mais uma vez despercebidos.
VIDA DE CRIMES
Preso outras duas vezes, voltou a escapar da cadeia outras tantas, a última vez em 2018. Caçador, tem uma pontaria afinada e gosta de dar tiros, tendo demonstrado nestes últimos dias uma grande capacidade, provavelmente por em cada quinta invadida ele roubar as armas e as munições que moradores de áreas rurais costumam ter em casa para caçar ou se proteger.
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