page view

Assassino ligado a grupos islâmicos

Um caderno de apontamentos encontrado na casa de Wellington Menezes Oliveira, de 23 anos, que na quinta-feira passada matou 12 alunos numa escola no bairro de Realengo, Rio de Janeiro, indica que ele pertencia ou tinha ligações a um grupo radical islâmico.

12 de abril de 2011 às 00:30

Nos manuscritos, Wellington revelou pertencer a um grupo extremista, diz que passava pelo menos quatro horas por dia lendo o Corão, livro sagrado dos muçulmanos, mostra-se fascinado por acções terroristas e cita dois estrangeiros, Abdul e Phillip, como representantes da organização no Rio. "Quando eu os conheci e revelei tudo, fui muito bem aceite e houve uma grande comemoração", escreveu Wellington, que, noutro trecho, revela a intenção de visitar países muçulmanos, como o Egipto e a Malásia. O corpo de Wellington, que se suicidou ao ser apanhado pela polícia durante a matança na escola, continua na morgue do Rio e poderá ser sepultado pelo Estado se ninguém o reclamar. Os cinco irmãos adoptivos estão apavorados com a possibilidade de serem linchados se aparecerem publicamente e não querem realizar o funeral.

Também os vizinhos da casa onde o atirador vivia estão muito assustados, pois desconhecidos têm vandalizado a residência e imóveis em redor.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

o que achou desta notícia?

concordam consigo

Logo CM

Newsletter - Boa Tarde

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8