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Ataque do Irão a base militar no Iraque deixa dezenas de soldados norte-americanos com lesões cerebrais

Trump tinha garantido que nenhum militar ficara ferido durante o ataque à base de Ain al-Asad.

24 de janeiro de 2020 às 18:16

Um porta-voz do Pentágono confirmou, esta sexta-feira, que pelo menos 34 militares norte-americanos ficaram com lesões cerebrais traumáticas em consequência do ataque do Irão a uma base militar no Iraque que albergava tropas dos EUA. Segundo Jonathan Hoffman, citado pela Associated Press, metade dos soldados ainda estão em observação na Alemanha, sendo que os outros já estão de novo em serviço.

"O objetivo é ser o mais transparente, preciso, e fornecer ao povo norte-americano eas melhores informações sobre os tremendos sacrifícios que nossos combatentes fazem", explicou o representante do Pentágono.

Logo após o ataque, o presidente dos EUA, Donald Trump, garantira que nenhum militar da base de Ain al-Asad ficara ferido. Antes deste desmentido, as autoridades já tinham admitido que 11 elementos das forças armadas norte-americanas tinham ficado feridos. Já esta quarta-feira, após as primeiras notícias de que alguns militares tinham sido retirados do Iraque para ser alvo de tratamentos, o líder da Casa Branca desvalorizou qualquer questão de saúde, dizendo que tinha sabido que "eles tinham dores de cabeça e outras coisas".

O ataque do Irão surgiu como retalização a uma decisão do próprio presidente norte-americano: foi ele que ordenou o ataque áereo que matou o comandante da força de elite iraniana Al-Quds, general Qassem Soleimani. 

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