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Bolsas europeias mistas pendentes da inflação da zona euro

Presidente do BCE, Christine Lagarde, considera que a entidade se encontra "em boa posição" do ponto de vista da política monetária.

31 de outubro de 2025 às 09:35

As principais bolsas europeias abriram esta sexta-feira mistas, focadas na leitura preliminar da inflação da zona euro em outubro, depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter decidido manter as taxas diretoras pela terceira vez consecutiva.

Cerca das 09h00 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a descer 0,19% para 573,72 pontos.

As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt recuavam 0,32%, 0,08% e 0,38%, respetivamente, enquanto as de Madrid e Milão se valorizavam 0,33% e 0,53%.

A bolsa de Lisboa mantinha a tendência da abertura com o principal índice, o PSI, a subir 0,04% para 8.450,12 pontos, um novo máximo desde janeiro de 2010.

Os mercados prestam especial atenção ao IPC da zona euro depois de o BCE ter decidido na quinta-feira cumprir o guião e manter novamente as taxas diretoras, de forma que a taxa de depósito permanece em 2%,

A presidente da instituição, Christine Lagarde, considera que a entidade se encontra "em boa posição" do ponto de vista da política monetária.

Na Ásia, após os acordos comerciais alcançados entre os EUA e a China sobre a redução de certas tarifas e um aumento nas compras de soja norte-americana, o principal índice da bolsa de Tóquio, o Nikkei, disparou esta sexta-feira 2,12% e fechou acima de 52.000 pontos pela primeira vez, impulsionado pelas empresas de tecnologia após os resultados financeiros robustos de gigantes da indústria.

Por sua vez, o índice de referência da bolsa de Xangai caiu esta sexta-feira 0,81%, o da de Shenzhen perdeu 1,14% e o Hang Seng recuou 1,33%.

Os futuros dos índices dos EUA avançam com avanços de 0,17% para o Dow Jones e de 1,31% para o Nasdaq.

O Dow Jones terminou na quinta-feira a cair 0,23% para 47.522,12 pontos, contra 47.706,37 pontos em 28 de outubro, um novo máximo desde que foi criado em 1896.

O Nasdaq, índice de cotadas de alta tecnologia, fechou a recuar 1,57% para 23.581,14 pontos, contra o novo máximo de sempre, de 23.958,47 pontos, verificado em 29 de outubro.

Nos EUA, na quinta-feira continuou, assim como na Europa, a publicação de resultados empresariais, entre os quais se destacaram os da gigante tecnológica Apple, que registou um lucro líquido de 112.010 milhões de dólares no final do seu exercício fiscal, o que representa um aumento de 19% em relação ao exercício anterior, e a Amazon obteve um lucro entre janeiro e setembro de 56.478 milhões de dólares, uma subida de 44% em relação ao ano anterior.

O preço do ouro, historicamente considerado um ativo de refúgio em tempos de incerteza, estava esta sexta-feira a subir com a onça a ser negociada a 4.026,14 dólares, contra 4.004,64 dólares na quinta-feira e o novo máximo de sempre, de 4.347,86 dólares, verificado em 20 de outubro.

Por sua vez, o Brent, o petróleo bruto de referência na Europa, para entrega em dezembro, está a baixar para 64,98 dólares, contra 65,00 dólares na quinta-feira.

No mercado de dívida, os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha subiam para 2,650%, contra 2,642% na quinta-feira, bem como os de França, para 3,428%, contra 3,416% na quinta-feira e o máximo de 3,600% em 25 de setembro.

O euro baixava para 1,1562 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt, contra 1,1566 dólares na quinta-feira e o novo máximo de quatro anos, de 1,1865 dólares, verificado em 16 de setembro.

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