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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

“Com esta gente ficámos tesos”

No fecho da campanha eleitoral, Mariano Rajoy, líder do Partido Popular (PP) e favorito à vitória nas legislativas de amanhã, atacou ontem o governo socialista, acusando-o de ter deixado a Espanha na bancarrota. No mesmo dia, Bruxelas respondeu a um repto do primeiro-ministro em fim de mandato, José Luis Rodríguez Zapatero, alertando que, mais do que exigir ajuda, "cabe à Espanha ajudar-se a si mesma".

19 de novembro de 2011 às 01:00

Falando em Hu-elva, onde quase se cruzou com o rival do PSOE, Alfredo Pérez Rubalcaba, Rajoy alertou para tempos difíceis e apontou o dedo a Zapatero sem meias-palavras: "Esta gente deixou-nos tesos".

E destacou os "cinco milhões de espanhóis que não podem trabalhar" e os "mais de 50% dos jovens sem horizontes". Mas, apesar dos alertas, quis passar uma mensagem de unidade e esperança. "Pedimos o voto para romper o pessimismo. Este não é um problema de partidos e sim da nação", afirmou.

Bem perto, em Punta Umbría, província de Huelva, Rubalcaba apelou ao voto para evitar a maioria absoluta do PP, pois Rajoy, alertou, "vai meter a tesoura" em todas as políticas sociais.

Apesar de os candidatos terem dado pouca atenção à crise europeia, Bruxelas entrou ontem na campanha. No dia em que o BCE comprou mais dívida espanhola, um porta-voz europeu lembrou a Zapatero: "Todas as instituições europeias estão a ajudar Espanha". Apesar disso, acrescentou, "a resposta à crise não deve vir só das instituições europeias, mas dos próprios países".

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